Tem quem não acredite que virar mãe te deixa mais criativa. Se você se encaixa nessa categoria, prepare-se porque essa sua opinião vai ficar no passado no instante que você conhecer a finlandesa Adele Enersen, dona do blog mais fofo do momento: Mila’s Daydreams.
Ela aproveita a soneca da filha e cria um cenário reproduzindo o que ela acha que a Mila está sonhando. Pra isso, usa roupas, fraldinhas, almofadas, bichos de pelúcia e outros objetos comuns em toda casa que abriga um bebê. Eu não sei como era o trabalho da Adele antes de ter a Mila, mas só pela descrição que ela faz no blog fica fácil concluir o quanto a maternidade vem fazendo bem para a criatividade dela…
“Eu costumava me apresentar como revisora e designer, mas isso não tem mais importância. Agora eu sou mãe e dona de casa, e estou amando isso! Esse blog é meu hobby durante a minha licença maternidade. Enquanto minha filhinha dorme, eu crio cenas em volta dela e tiro uma foto rapidinho”
É claro que o fato de ela morar na Finlândia também deve aguçar a sua criatividade. Vejam: além dos 9 meses de licença (que podem ser compartilhados com o pai) e da possibilidade de tirar até 3 anos de licença não-remunerada, você ganha um enxoval super completo do governo.
Sem se preocupar tanto com voltar ao trabalho e nem com os gastos das roupinhas do baby, sobra mais espaço no cérebro pra ser criativo, não?
Thanks, Lucas, pela dica do blog.
E você, ficou mais criativa e agilizada quando seu filhote nasceu?
Semana passada falei de algumas minirroubadas que nós nos metemos durante a viagem para os EUA com o Theo. Mas é claro que tudo isso vira passado rapidinho (ou, no máximo, rende posts no blog). O que fica mesmo são as boas lembranças e, CLARO, as boas compras.
E a melhor aquisição da viagem foi a lancheirinha de pinguim da Skip Hop. Me diz, tem coisa mais fofa? O Theo simplesmente não desgruda dela – nem no dia que não precisava levar lanche na escola! E o melhor de tudo é que custou apenas US$ 13. Sério, eu revirei as lojas aqui atrás de uma lancheira… só encontrei coisas caras e sem sal.
Compramos a nossa na BabiesR’Us, onde também estava à venda mochilas no mesmo estilo. A de macaco era linda de morrer. Mas, sabe-se lá por que, na hora achei que não era uma boa ideia comprar. Me arrependi, claro. Mas já dei um jeito de emcomendá-la e ela já está a caminho. Ah, e pra quem acha que já viu essa marca antes, viu mesmo. A nossa bolsa do bebê também é da Skip Hop
Me conta… Qual a melhor aquisição que você fez pro filhote nos últimos tempos?
Contei aqui sobre a roubada que foi não ter levado uma banheirinha inflável pro Theo tomar banho durante nossa viagem para os EUA. Agora, vou falar de uma outra fria…
Antes de eu ir viajar, fiz um post reclamando da American Airlines. Os comentários do post me renderam excelentes dicas sobre viagens com bebês. Uma delas era pra eu largar de ser boba e levar papinhas da Nestlé. Acontece que mãe é um ser teimoso… Levei só dois potinhos. E dos doces. Meu preconceito é menor em relação aos de mamão com laranja do que aos de strogonoffinho.
Enfim, percebi que foi idiotice total quando num determinado passeio, a comida mais saudável do cardápio era um cachorro-quente lotado de mostarda. Nunca desejei tanto um potinho da Nestlé. Me arrependi horrores de não ter levado um de strogonoffinhho, outro de risotinho…
Enfim, é claro que demos um jeito. Ok, não foi lá essas coisas, porque ele acabou comendo pão com cream cheese (bem melhor que salsicha, vai), mas não morreu de fome nem nada. E, conforme a culpa foi diminuindo, tentei encarar como uma lição. Então, fica a dica, hein? Estoque de papinha na mala
Quer abrir seu coração e compartilhar as roubadas em que você e o filhote já se meteram? A hora é agora!
“E como toda arte que merece esse nome, as obras da bienal não precisam ser entendidas.” Foi depois de ler essa frase no site do Itaú Cultural sobre a 5a. edição da mostra Emoção Art.ficial 5.0 que resolvi levar o Theo. Era um sábado chuvoso, pouco convidativo para parquinhos e áreas abertas. Fora que estávamos a uma quadra dali.
Realmente era tranquilizador saber que não precisávamos entender pra valer as obras da exposição, que era “norteada pela noção de autonomia cibernética, pela evolução padrões derivados dos comportamentos emergentes das próprias máquinas.” Medo!
Mas o Theo e eu piramos com algumas das obras. A primeira é essa que aparece na imagem acima. Essas espécies de joysticks tem sensores que avisam quando uma ameaça (nós) está chegando. Assim que você passa, eles vão apagando e “se comunicando” uns com os outros, fazendo uma apagão em efeito cascata. E o que pode ser mais divertido pra um minigaroto que um monte de luzinhas azuis acendendo e apagando em volta de você?
Um robô que te filme e depois, com seu braço mecânico, desenha o seu rosto? Até seria. Mas a ideia de ficar imóvel (para o robô gravar uma imagem bacana do seu rosto) não combina muito com garotos espoletas de 1 ano e meio. Mesmo assim, foi divertido ver o robozinho desenhando outras pessoas “de memória”.
E se eu achava que o Theo não ia ficar “estátua” nunca, ele provou que eu estava errada na obra seguinte. O “desafio” era subir numa plataforma iluminada e ficar parado, com os braços abertos, por 10 segundos. “Há, nunca!”, pensei eu. Metade dos monitores parou para ajudá-lo. Mãe, avó e outras pessoas fizeram mímicas e dancinhas pra ele ficar parado e olhar para câmera ao mesmo tempo. Rolou! E super valeu. A imagem dele foi projetada como uma sombra colorida num telão. E essa silhueta colorida ficava andando e dançando. Lindo!
Serviço Emoção Artificial 5.0 Itaú Cultural – Av. Paulista, 149, (11) 2168-1777 3a. a 6a. das 9h às 20. Sáb. e dom., 11h às 20h. Até 5 de setembro
Dizem por aí que é beeeem mais fácil encontrar roupas fofas de menina do que de menino. Hum, acho que não, viu? O Theo, por exemplo, tem várias camisetinhas lindas, descoladas, coloridonas… enfim, daquelas que todo mundo que vê fala “ooohn!”
Pra ficar justo, vou dar dois exemplos de sites – um daqui e outro gringo – que já comprei e super funcionam. O legal é que, nos dois casos, os leitores sugerem as estampas, que passam por votação do público. As mais votadas são produzidas e colocadas à venda no site.
O Threadless é daqueles lugares que você enlouquece pra escolher um modelo. Esse da imagem que abre o post é lindodemorrer, não? O melhor é que eles têm promoções pra valer — nada daqueles 10% mixuruca. Lá no armário do meu filhote também tem essas duas (clique nas imagens pra ir direto):
E o melhor é que elas tem um preço amigo. A da esquerda sai por 18 dólares e a do esquimó está em promoção, 9 doletas! O frete para o Brasil sai por 10 dólares – passível de imposto se você for azarado.
Já os modelos infantis da brasileira Camiseteria saem por 49 reais e o frete (no caso pra São Paulo), por 5,50 reais.
Quem tiver outras sugestões de lojas online pra molecadinha….
Eu prometi num post passado que ia contar sobre as minirroubadas que caímos durante nossa viagem com o Theo para os Estados Unidos. Será uma série de posts, que eu espero que ajude mães e pais viajantes a evitar esses deslizes.
Pra hora do banho, você acha que pegou tudo porque lembrou de colocar na necessaire o shampoo e o sabonete do filhote, certo? Eu achava que estava arrasando. Até chegar no banheiro do hotel e perceber que não tinha banheira, nem chuveirinho. Dar banho em um garotinho de 1 ano e meio em uma ducha não é tarefa fácil. Tarefa que piora ao tentar lavar a cabeça dele. Resultado? Um menino choroso, com cara de afogado e um banho pra lá de mal tomado.
E todo o perrengue podia ter sido resolvido com uma simples banheirinha inflável, daquelas pequenininhas que ocupam o espaço de uma calça jeans na mala. Uma dessas certamente vai estar na nossa bagagem da próxima viagem.
Uma das mais fofas que encontrei é essa banheira-pato da Munchkin, que ilustra o post. Segura e compacta: média de 20 centímetros. Já o preço é meio salgado, mais de 100 reais. Pela metade do preço, acho que essa do Ursinho Pooh resolve o problema também. E essa por 18 reais, hein?
Tem uma outra no site da EcoBaby, uma tal Flexi Bath, que nem é das mais compactas, mas é linda de morrer! E vale passar no blog NY with Kids, que sempre traz boas dicas de banheirinhas.
Agora é sua vez, vai. Deixe a vergonha de lado e conte aqui sua maior roubada em viagens com a família….
Foi no balanço na pracinha aqui do lado que ouvi o Theo falar “desce” pela primeira vez. E disse essa palavra nova depois de apenas duas balançadinhas. Exato, esse o brinquedo que ele menos gosta no parquinho. Talvez porque a mãe dele não deixe ele ir sozinho. Porque ela fica pensando que ele pode cair pra trás e bater a cabeça ou cair pra frente e quebrar os dentes. Ou cair pro lado e… bem, deixa pra lá
Mas eu sabia que em algum lugar do mundo havia um balanço perfeito pra um menininho de 1 ano e meio – e sua mãe cautelosa, ok, neurótica. E o Theo encontrou o dele durante uma caminhada despretensiosa na Filadélfia.
Pra quem não acredita que ele se encontrou, fica o vídeo:
Me disseram que aqui em São Paulo, no Alto de Pinheiros, tem parquinhos com balanços assim. Alguém sabe onde exatamente? E em outras cidades? Vale também deixar ideia de outros balanços seguros…
Ok, esse post deveria ter entrado no ar uma semana antes. Sorry, sorry!
Mas, sem delongas, vamos ao sorteio do copinho mais legal e útil do mundo. Usei o site Generator, que escolheu um número ao léu (vejam abaixo).
E o número 2 significa que a segunda pessoa que comentou o post é a vencedora. E foi a Thaty, do blog Nossas Coisas: de mãe pra filhos. Parabéns! Te mando email pra você me passar seu endereço.
Olha, e vão rolar mais sorteios aqui, tá? Estou pensando em encomendar pra amigos que moram fora outro produtinho desses que não têm por aqui ou são caros, difíceis de se encontrar. Se alguém tiver sugestões…
Eu adoro ditados e gírias cariocas. São tão mais criativos que os daqui de São Paulo… Gosto tanto que decidi escrever um post só pra falar do meu preferido: “Não sabe brincar, não desce pro play!” Genial, uh? Resume uma boa parte dos nossos dilemas cotidianos.
Ah, pra quem não se ligou, “play” é de playground, mais conhecido aqui em casa como “parquinho”. Quero dizer, no idioma que a gente fala agora em casa (e o Theo é o expert nele), parquinho se chama mesmo é “passiá”. E quando alguém o ignora, ele gruda no carrinho e fala em altíssimo e bom som: “passiááá”, ou seja, “Me leva pro parquinho, pra eu brincar no escorregador, fazer bolo de areia e disputar os baldinhos com as outras crianças.”
Acho que o carrinho dele não precisa mais de mim pra levá-lo ao parquinho aqui do lado de casa. Mas como essa é uma coisa muito bairro, fora de mão, fica a dica pro melhor parquinho “no caminho” de São Paulo. Um play perfeitinho na Av. Paulista, do lado do metrô, escondido bem no miolo do Parque Trianon. Precisou resolver algum pepino por ali e o filhote teve de ir junto? Dez minutinhos no parquinho e o humor dele melhora rapidinho. Isso, claro, se ele souber brincar, dividir os baldinhos, esperar a vez no balanço e tal…
Ah, guarde essa palavra — balanço — porque o próximo post será justamente sobre o melhor balanço (e consequentemente o melhor parquinho) do mundo. Fora que o Theo vai aparecer de frente na foto! E é nessa data também que termina o prazo do sorteio que está rolando aqui no blog, tá?
E pra você qual o melhor parquinho do mundo? E seu filho, sabe brincar?
(Antes do post começar, só queria lembrar que está rolando um sorteio aqui no blog)
No sábado vou à minha primeira festa junina na condição de mãe – na escolinha do Theo, claro. E já estou aqui pirando por antecedência só de pensar como ele vai ficar fofo de caipirinha. Mas também já estou matutando sobre o que levar de comes e bebes.
Me disseram que é só passar na padaria e comprar algum pãozinho recheado e tal. Mas eu queria fazer algo… O problema é que meus dotes culinários são bem mirrados, coitadinhos. Por isso, se alguém tiver alguma receita junina boa e fácil, eu e os coleguinhas do Theo agradecemos de coração!
Ah, mas o drama não acabou (porque mãe adora um drama, vocês sabem). Minhas habilidades de corte e costura são ainda mais prejudicadas que as culinárias. Ãh-hã, mas as lojas Americanas estão aí pra isso, não é não? Pensando nas mães pouco prendadas, eles decidiram botar na prateleiras gravatinhas infantis xadrez e retalhos (também xadrez) de tudo que é cor. Tudo por R$ 3. Uma dúzia de pontinhos pra pregar os retalhos, gravata no pescoço, lápis preto pra fazer o bigodinho e, voilà, tá pronto meu caipirinha.
Agora só falta a receita junina. Alguém? Alguém?