Essa cena aconteceu de verdade com um amigo que não quis se identificar, por ter sido “humilhado” e por estar se sentindo velho demais…
Pai mostra pra filha sua câmera antiga – sem ser digital (porque ninguém aqui é antigo, vai!):
- E aqui você coloca o filme, filha.
- Mas, pai, tem um FILME aí dentro??
- Isso mesmo, querida! (orgulhoso)
- Um filme de verdade???
- Hu-hum!
- Tipo Toy Story?!
- Chuif
Theo já sabe, há meses, ver fotos no iPhone do pai. Sabe ligar/desligar o DVD e aumentar/baixar. Adora jogar Beatles Rock Band (o YeahYeah, como ele diz). Pirou com o iPad. E pede pra ver as fotos depois que eu tiro. Tem Twitter desde antes de nascer. Isso tudo é o quê? Incrível? Natural? Excesso de tecnologia? Inevitável?
Honestamente? Não sei. Não faço ideia. E estou sempre buscando prós e contras disso tudo. Só sei que a relação das crianças com a tecnologia é algo maluco. Mostra o quanto elas são espertas, o quanto tudo muda MUITO rápido, o quanto você está envelhecendo… Tudo isso é mostrado com aquela mistura de sutileza + simplicidade + humor que só os franceses sabem fazer. E nada mais fofo que criança falando em francês (mas tem legenda em inglês, tá?). Com vocês, o melhor vídeo de todos dos últimos tempos:
Vi esse vídeo no Gizmodo e cheguei aqui pelo @danielroda
O que acharam? Comos seu filho lida com a tecnologia? Você deixa ele lidar com computadores e afins? E o vídeo – quem amou comenta aqui
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Tagged: camera digital, disquete, francês, ipad, iphone, limites, música, praticidade, sem noção, tecnologia, toy story, vintage, vitrolinha


Antes era só jornalista, dessas curiosas, que não sossega. Depois que o Theo e a Liz nasceram, "piorei". Adoro ir atrás de lugares legais para levá-los e de ideias novas ligadas a crianças. E também não dispenso uma polêmica ;)
Algumas das descobertas que relatei aqui no blog serviram de embrião para transformar em livro essa mania de sair para se divertir com os filhos. Reuni dicas de passeios e outras coisas divertidas nas 150 pagininhas do guia
Mari,
achei o vídeo um barato.
sabe que ainda evito o contato do isaac com o micro. acho que já bastam todos os controles remotos e o tempo que ele passa na frente da tv.
deixa ele correr pelo quintal e pisar na grama e na areia por hora.
mas o pequeno acha que tudo é touchscreen. celular, tv, netbook, som do carro. a geração dele não acredita mais em teclas.
ele pega o celular e vai direto com os dedinhos na tela e ponto. e já no conceito da apple, meu bem. arrastando, puxando e dando zoom.
o máximo.
ano que vem as aulinhas de informática já começam na escolinha. sim, no maternal 2.
bjocas
Uia, sabia que na escolinha do Theo eles brincam de escritório?! How crazy is that? E o mais maluco é que eles amam ficar fingindo que estão digitando e com o telefone na orelha, falando loucamente… estilo operador da bolsa!
Má, eu também brincava de “escritório”!!… ou, melhor dizendo, de “repartição pública”… hehe Tem louco pra tudo!
Era assim: meus primos faziam fila e eu, sentadinha na mesa de trabalho do meu pai, preenchia uns formulário e talões de nota fiscal que ele já guardava pra gente brincar! hehe
E tinha a “calculadora elétrica” (moderníssima pra época! hehe). O papel com a conta que a calculadora gerava eu grampeava no formulário que eu tinha escrito!… Era o máximo! hahaha…
Não tenho filho, mas adoro ler seu site pra lembrar coisas da minha infância!!
Beijos! Achei o máximo o vídeo! Beijo!
Adorei o video. Muito interessante!
São muitos motivos que impedem que eu permita ou estimule minha filha de cinco anos (quase seis) a usar tecnologia. O máximo, como Carol, são os controles remotos, o telefone, o DVD e celular (de teclas).
É complexo: só um post sobre isso. Penso que a lógica da máquina é inferior à lógica do ser-humano. Quero que ela desenvolva a lógica dela, antes de dar acesso a outra lógica. Primeiro quero que ela se alfabetize e quando se tornar inevitável terá acesso aos computadores.
Concordo com Carol e prefiro que ela pise na grama, faça muito desenho, brinque com os cachorros e com as plantas, jogue jogos de tabuleiro e monte quebra-cabeças, brinque de bonecas e carrinhos, do que fique colada numa máquina. Sem falar que é uma coisa que vicia.
Adorei!
Exato! E fora que eles terão a viiiida toda para mergulhar nos iPhones da vida…. Seu blog é ótimo, xará! Já coloquei no blogroll \o/
Vítor também é touchscreen com celulares. Mas, como (ainda) não tenho um iPad, ele sabe que existem teclas no computador – onde ele pede para ver vídeos. Também olha as fotos depois de tirar. E adora “tocar guitarra” no iPhone. Pelo menos também gosta de dedilhar o violão do pai.
C’est la vie.
Que fofo, Cris! Tá vendo, acho que quando tem um equilíbrio tudo bem, né?
genial o vídeo, mari. me senti velha. ha-ha.
hahaha, q fofissimo esse video, ri tanto. q lindo o garoto la, um DJ desde nene. e umas coisas ali que nem eu sabia, q vergonha. beijos
Também não conhecia algumas coisas. Mas isso é bom sinal, não?
hahaha! Adorei o video, e amei a história! Bom, aqui em casa, o Nic é totalmente interessado em computadores e afins, mas eu ainda evito que ele mexa. Uma, porque eu tenho um ciume danado do meu iMac e outra, porque eu realmente quero retardar esse contato o máximo que eu conseguir… Afinal, esse mundo é muito viciante e criança tem que brincar com outras coisas, eu penso.
Mas mesmo assim, adorei outro dia que eu cheguei no escritório daqui de casa e peguei o Nic digitando no computador do meu marido (nesse eu deixo, hahahah) e falando “Nicolas tá trabalhando, mamãe!”. Achei bonitinho… Mas não incentivo não.
Beijos!!!
Lu
Também tento evitar, Lu. É muito viciante – digo por mim! Hihihi!
A-me-i o garoto dando uma de DJ na vitrolinha! Genio!
Oi! Você viu o post onde eu falei de um livro chamado “É um livro”? Se puder, compre, ele fala exatamente sobre isto e é muito simples. Eu adorei!!
Ah, sabe outra frase que denuncia a idade (“e velhice”): Vamos pegar um vídeo?
beijos Pati