
Faz um tempo que o tema “babás” persegue meus pensamentos. No geral, eu acho que não preciso de uma, mas vez ou outra acho que seria a solução pros meus dias ultracorridos. O que me incomoda mesmo é esse abuso no, digamos, uso da babá, essa terceirização exagerada. Me dá um misto de dó da criança com raiva dos pais…
Outro dia, li uma notícia horrenda via blog da Carol, Mother Love Database. Segundo a matéria da Folha, babás de três clubes de elite em São Paulo (o Pinheiros, o Paulistano e o Paineiras) têm de seguir regras como: só podem entrar com crachá, vestidas de branco, sandálias são vetadas… Um trecho:
No Pinheiros, algumas babás relatam que são cobradas a usar calçados fechados, mesmo em dias quentes. No Paulistano, é preciso usar “sapatênis, sapatos ou tênis da mesma cor do uniforme”. ”Acho discriminação”, diz a babá Silvana Santana, 36, que vai ao Pinheiros duas vezes por dia. Na semana passada, ela teve apreendida sua carteirinha (onde se vê escrito “acompanhante”) porque vestia bermuda jeans e blusa branca. Foi avisada de que só o patrão poderia retirar o documento. Outra passou por uma “blitz de babás” e teve a carteirinha retida, pois não usava branco. Ficou “constrangida e envergonhada.”
Lembrei que durante o feriado que passamos no Rio – que aliás, preciso fazer um post sobre as dicas fantásticas da Sut-Mie -, vi várias babás na praia vestidas de bermuda e camiseta branca. Ok, talvez elas não se sentissem bem de biquini em frente ao patrão, mas sei lá…

Também lembrei de uma cena que presenciei num hotel fazenda uma vez: um menininho de uns 3 anos chorando porque queria brincar com a babá na piscina – e não com o pai. Só que ela, de roupa branca, claro, não tinha sido autorizada a entrar na piscina (pelos pais, não pelo hotel). Tudo errado, não?
Daí que a Gisele Bündchen vai trabalhar no Caribe e leva a babá pra cuidar do filhote. E olha aí ao lado pra ver se a moça tá vestida de branco… E se ela decidisse, num dia desses, tomar sol num lugar mais simplesinho e trocasse St. Barths pelo clube Paulistano. E aí, hein?
E, já que a blogagem coletiva tá dando tão certo, as mães blogueiras de outras cidades ou que moram no exterior podiam contar como funciona esse lance de babá em suas terras. Que tal?
Ah, e se alguém achar que eu estou louca, exagerada, cri-ca, pode falar também! Hahaha!
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Tagged: absurdo, babás, branco, clube pinheiros, gisele bundchen, mães, mães blogueiras, passeio, paulistano, praia

Antes era só jornalista, dessas curiosas, que não sossega. Depois que o Theo e a Liz nasceram, "piorei". Adoro ir atrás de lugares legais para levá-los e de ideias novas ligadas a crianças. E também não dispenso uma polêmica ;)
Algumas das descobertas que relatei aqui no blog serviram de embrião para transformar em livro essa mania de sair para se divertir com os filhos. Reuni dicas de passeios e outras coisas divertidas nas 150 pagininhas do guia
Oi Mari,
Super pertinente seu post. Também acho um abuso – tanto a dependência exagerada da babá, quanto essa distinção da babá só de branco – afinal, ela não pertence à familia… não passa de uma babá e deve ser colocada no lugar dela. Algo completamente contraditorio (e malvado, eu diria), já que a babá é quem cuida da coisa mais precisa que vc tem: seu filho. Sem falar que respeito é legal com qualquer um.
E infelizmente, morando tanto tempo fora, fica muito claro que isso é coisa de países com grande diferença de distribuição de renda, como o Brasil, onde a elite não vive sem empregados, mas também têm essa necessidade de destacá-los como tais. Chega a ser cafona, na minha opinião. Coisa de gente com visão estreita.
Aqui, babá é artigo de luxo, e são contratadas pra ocasião especiais e restritas. Nunca vi ninguém levar babá pro parquinho, pras festas ou pro shopping, como no Brasil. Ou pelo menos se vi, não estavam de branco…
Beijos, querida. Ótimo post!
Lu
concordo com Mari e concordo com Lu, acho que babá de farda é cafona. mais cafona é desfilar no shopping escoltada pela babá. mais ainda é sentar num café patroa, patrão, bebê dormindo no carrinho e a coitada ali com cara de paisagem “participando” do papo íntimo do casal. me poupe!
adorei a ideia da postagem coletiva, quando?
beijoca
Mari,
As ultimas x q fui ao Brasil fiquei chocado com a quantidade de babahs, me dah a impressao q as criancas sao criadas por babahs e as maes nao tem condicoes de sair sozinhas com os filho. Ah e tem, a folguista e dai penso aonde a mae entra na equacao. Me desculpem, nao estou generalizando.
Eu nunca vi levar babah a tira colo em nenhum lugar do mundo, e como disse a Luciana se vi passou desapercebido.
Acho o uso de uniforme desnecessario,entendo a questao de poupar a roupas das mocas, mas dai os empregadores poderiam comprar leggings/jeans e camisetas, super confy para brincar com criancas. O problema eh q a roupa nunca eh adequada para as babahs das brasilerias, jah ouvi imagina babah indo de bermudao e camiseta de time, que horror, jah o uniforme dah status, e fica claro quem eh quem, soh pode ser isso. Fico pensando se a baba esta limpa, nao esta com aquelas roupas coladas mostrando buraco de celulite, nem semi nua, qualquer roupa eh adequada.
Em muitas profissoes o uniforme eh obrigatorio no mundo todo pq soh no Brasil a babah tem uniforme?
Sem falar na falta de respeito q tem com elas.
Eu nao tenho babah nem gosto, uso babysitter quado necessario, mas sao meninas treinadas com ficha policial checada, e nenhuma agencia em Londres, que eu saiba, envia uma babah de branco para a sua. Felizmente !!!!!
bj
o mundo surtou…
não sei.
mas qdo se fala de babá hoje em dia eu já imagino aquela onda branca, de coque no cabelo e tênis keds…
não tenho babá. tenho a chris, que é a queridoca mais fofa, que fica com o isaac nas raras vezes que ou eu ou o maridex não conseguimos ficar com ele. ou resolvemos nos dar um dia de namorada, tá.
a chris usa a roupa que acha mais confortáve pra correr atrás de um menino saudável de dois anos.
ela também escolhe a cor que mais se adequa.
vai usar branco? e como é que vai sentar no chão pra brincar com o pequeno?
vai pasar o dia depois de bunda suja?
acho uma puta falta de senso e prática querer que elas pareçam tão limpas se a grande essência do ser criança está no se entregar a sujeira (no bom sentido, claro). Lê-se aí parques, bosques, chão, areia e etecéteras.
o ó.
mas vem cá…. babazinha com um biquinitcho desse aí? quem encara????
kkkkkkkkk
bjo bjo
e ah! imagine quantas vezes não nos esbarramos no btc……
Ai, eu acho que é coisa de subdesenvolvido, que, para se sentir por cima, têm que explorar alguém (e mostrar para o mundo que tem serviçais). Sim, a maioria absoluta das babás é explorada, quase não tem folga, tem de dormir em na casa da família, um horror. Babá que não pode voltar pra casa é o cúmulo da terceirização.
Quando eu morava aí em SP, tive uma empregada que era também babá da Ciça, pois a levava à pracinha (aquela onde a gente se encontrou) pela manhã. Vc acredita que ela veio me pedir para usar branco porque não se sentia bem em ser a única da pracinha que não usava branco? Eu disse que não precisava, mas ela fez questão, começou a vir de casa de branco. Daí eu falei que lhe daria um auxílio para comprar roupas, mas que ela podia comprar umas confortáveis de qualquer cor. Adivinhe em que cor de roupa ela gastou o auxílio? Fiquei boba, pois ela estava sendo alijada do grupo por não vestir branco. Grupo, aliás do queal eu não queria que ela participasse, pois era o que eu denomino, a Gang das Babás, babás que faziam o quem bem entediam com os bebês pois as mães dos mesmos estavam ocupadas demais para se dar conta de que a maternidade estava sendo execida pelas mulheres de branco.
Demiti-a dois meses depois, pois ela estava querendo ser como as outras e eu não queria terceirizar mais do que já estava a minha função, por conta do trabalho. Preferi colocar a Ciça na escola, aos 18 meses.
Beijos
Eu tenho preconceito, não gosto e acho péssima a convivência do casal com a babá. Mas eu vejo que sou provilegiada, que trabalho em casa, que hoje trabalho bem menos por ter minha filha e que posso me dar a esse luxo. A maioria das pessoas não podem… Só acho que é diferente você ter uma babá e você delegar a educação do seu filho à babá.
Eu tenho controle sobre minha filha, mas por não ter babá, nem aquela vózona super diposta, é claro que ás vezes sinto falta de poder sair à noite com o marido, com os amigos, etc. Mas acho que é o ônus e que logo, logo, passa.
Ser mãe cansa pacas, mas vale a pena, né!
Bjs!
Ok. Muito legal tudo que li aqui, mas digamos que um serviço de babá fosse proposto da seguinte forma: trabalho em horário comercial com folga aos finais de semana, remuneração digna a alguém que irá cuidar e ensinar coisas aos seus filhos nos momentos em que suas mães infelizmente não podem, já que estão trabalhando. Todos os afazeres relacionados à criança sob responsabilidade da babá – com regras e benefícios como se fosse qualquer outro emprego – ALGUÉM CONTRATARIA??? Duvido.
Se sim, por favor me avisem, porque eu AMO cuidar de bebês, mas acho um absurdo ter que me sujeitar a esse tipo de regras e remuneração.
Acho que aqui no Brasil ainda não podemos esperar que as pessoas valorizem esse tipo de trabalho.
eita caboclice mal resolvida, hein. coisa cafona dusinfernos, nao consigo nem fazer um comentario serio/elaborado sobre isso.
uma vez em curitiba, num restaurante (nem era chique) vi uma familia toda classe media com a baba toda vestida de branco e achei q eles tavam querendo brincar de casagrande e senzala, coisa mesquinha e cafona, sei la.
mas, usando uma frase de wc fields (segundo meu google hehe), esses “ricos não passam de pobres com dinheiro.”
Hahahaha, gente, sempre achei meeega bizarro essa coisa das famílias quererem destacar a babá como babá, mas agora achei todas as definições perfeitas.
1) síndrome casa grande e senzala
2) esses ricos não passam de pobres com dinheiro, hahahaha!!! Essa é a melhor!
Tá vendo, Diou. Mae da Rua tb é cultura!
Acho que esse boom de babás de branco por aí se deve ao aumento da classe média-alta no Brasil. Muita gente achando que ganhar 5 ou 6 mil reais por mês significa ter dinheiro. Diminuir o próximo é uma forma das pessoas se sentirem superiores. O mundo está cheeeio de gente assim…
Sou mãe em tempo integral e tenho babá sim, mas pra me ajudar. 2 braços e 1 par de ohos a mais é sempre uma garantia, e acho que nenhuma mãe discorda disso, tendo babá ou não. Quando a Clara tinha 3-4meses e eu queria tomar um banho no meio da manhã, a babá olhava por ela. Se me dá uma vontade louca de fazer aquele almocinho caprichado, a babá brinca com ela um instante, enquanto eu mexo com as facas e panelas. Mesmo no mercado ajuda muito ter alguém sempre de olho na pequena, principalmente na hora de guardar as compras.
Quanto ao uniforme… JAMAIS eu faria ela usar branco, até pq a roupa não ia continuar branca por 10 minutos. Qto a uniforme eu não sei não, pois não quero em hipótese alguma que minha filha pense que a babá é uma “simples funcionária”, mas ao mesmo tempo não quero roupas curtas nem barriga aparecendo. Por enquanto está bom assim.
Mariana, vou mudar um pouco o rumo dos comentários!
Babá pode sim ser uma parte da solução dos dias corridos. Pelo menos pra gente aqui em casa resolveu muito. Vc conhece a Regina (talvez até mais que eu já que encontra com ela sem minha presença). O lance é, ela fica das 9h30 às 18h – pontualmente – e dessa forma dividimos bem as responsabilidades. Eu acordo com ela, dou mamá, troco, dou café da manhã e no fim do dia, dou jantar, banho, ponho pra dormir. Enfim, o cansaço não é tanto e quando estou com ela tenho certeza de que sou a melhor mãe do mundo (pelo menos eu acho que sou e isso que importa, certo?).
Mas tenho minhas regras, quando a catarina era menor a regina só me acompanhou uma vez ou outra pra vacina e coisas que eu acabva tendo que fazer sozinha (sem o carlos) e não me sentia segura. Hoje ela nunca sai com a gente sem necessidade.
Com relação a roupa, como ela fica só em casa e na praça ela usa roupa dela de trabalho, pra bater mesmo. Por outro lado fico achando que se eu fosse do tipo que leva pra cima e pra baixo será que ela não ia querer uma roupa mais bonitinha, se arrumar e tals. Talvez aí entre a necessidade de um uniforme, não? Sei lá, to tentando arrumar desculpa pros outros ne?
bj
ana
Concordo total que uma babá é uma mão na roda, Ana!
Mas… seguindo o absurdo da matéria, veja que sem pé nem cabeça essa outra – http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110327/not_imp697782,0.php – juro que fiquei até tentando entender o sentido de publicarem isso. Não achei o contexto…
bj
ana
Ana, eu ainda estou “digerindo” essa matéria e…hum… apurando o quanto dela é real mesmo
Te aviso!
bjins
Alo? Gilberto Freyre? Oi, seu Gilberto, tudo bom? Tem um pessoal que precisa falar com o senhor, peraí que vou passar…
aaaffff!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Muito bacana o seu blog, já vi que vamos nos inspirar por aqui!
Na minha opinião a questão não é tanto a roupa, mas a postura e o papel que as famílias designaram às babás. Já estive em um dos clubes citados e conheci a “área das babás” onde elas comem e, principalmente, alimentam as crianças. Fiquei por dias incomodada com o fato das refeições destes pequenos serem feitas no cantinho das babás, escondidos e amarrados em carrinhos, muito, muito longe dos olhares dos pais,que se deliciavam no buffet do restaurante, onde babá não entra.
Ou seja, proibir o acesso das babás é uma forma eficiente de manter os bebês longe, quando assim interessa.
Neste contexto, os bebês e suas babás compõe um grupo de famílias que querem ter filhos por questão de status, para satisfazer desejos de meninas mimadas, para serem mais uma coisa bonita a se exibir, como o carro importado, a bolsa de grife, o jet ski e os tacos de golf. Quando convém, na festinha de um aninho, na hora da foto, mamãe pega o nenê no colo. De vez em quando pode até escolher a roupinha, mas no dia-a-dia, ah por favor, ela tem coisas mais importantes a fazer. Ninguém quer trocar fralda, ouvir choro, alimentar, amamentar, embalar. Educar, então, nem pensar, dá trabalho demais. Estamos numa sociedade em que, se é possível pagar, para quê fazer?
O principal prejudicado é o filho que cresce sem fortalecimento do vínculo com a mãe, sem noção de coletivo, de família, de participar, de compartilhar, de sociedade. E daí, aos cinco anos, a criança é diagnosticada com depressão, quando na verdade há grande chance de ser apenas carência e abandono (abandono com pais presentes é mais comum do que parece) e dá-lhe prozac sabor hortelã. (sim, existe isso). Por isso, por sermos recordistas em babás de branco, somos também grandes consumidores de antidepressivos na infância. Deprimente, como, aliás, ficam as moças de branco encardido na pracinha.
ah, me empolguei e esqueci de me apresentar, Mari, sou amiga da Jordana e mãe do Pedro Luis, 3 anos a completar em setembro. Saiba mais dele no blog do PEdro pedropedefeijao.blogspot.com
beijos
Ahhhh! Pois então, aqui onde moro é deste jeito relatado por ti. Muitas vezes estou na piscina com meu filho e as outras mães nem me cumprimentam, kkkkkkkk, elas acham que sou a babá porque brinco com MEU filhote! Outro dia uma destas malucas, me olhou de cima embaixo pois chamei o filhote dela pelo nome, helo! Levo meu filho para a pracinha e gosto de conhecer seus amiguinhos! OHHHHHHH! Bjo
Gente, quando vou ao shopping e vejo mães escoltadas pelas babás, fico pensando…. como conseguem? Tive minha filha por vontade própria, e mesmo se tivesse engravidado sem esperar, é tão bom ser MÃE.
MÃE, tem que cuidar, aproveitar todo momento pois seu bebê está crescendo rápido, é nós mamães que temos que trocar suas fraldas, dar mamá, brincar
e curtir todo o momento.
Trabalho fora, saio as 07h e volto as 19h, e nesse horário minha filha fica com a vó. Chego cansada mas aguento firme até a hora que o minha filhinha dorme, só daí vou pensar em mim…. fui eu que quis ser mãe, e porque não ser, é a coisa mais linda do mundo.
Até tenho condições em pagar uma babá, mas não vejo a necessidade, é cansativo mas ela precisa de mim. Esses dias
soube de um casal que viajaram durante 1 mes (em férias) e deixaram
seu bebê de 1 ano com a babá….. gente eu não acredito que as pessoas
conseguem se distrair se divertir sem ter seu filho ao lado.
Acho que as babás tem que ser tratadas muito bem, é com ela que você esta deixando seu filho e não precisa ter ciúmes, só precisa ser mãe e pai.
Meu marido é italiano e eu me lembro que da primeira vez que estivemos no Shopping Iguatemi em SP,ele me perguntou: “Quem são essas moças vestidas de branco?”.
Anos mais tarde, já morando na Europa, folheava com minha cunhada algumas revistas de decoração para quartos de bebês me lembro da sua surpresa ao ver a cama da babá no quarto da criança. Me perguntava: “mas desde quando a baby sitter dorme com o bebê? Ela não tem uma família? Deve ganhar uma fortuna!”
Não sei o que muita gente da chamada elite pensaria se soubesse que entre os europeus que encontra no cabelereiro, nos cafés, nos restaurantes, nos hotéis muitos são pedreiros, empregadas domésticas, baristas, babás etc. Muita gente pensa que se esses trabalhadores com os seus salário têm acesso a estes ambientes, quiçá que vida pode ter quem tem uma profissão com um status superior…Triste engano. A faxineira do escritório aonde eu trabalho nas suas férias foi pra New York com o marido. Outro dia na pizzaria em uma mesa estava o dono da maior construtora da minha região (100 funcionários) e em uma outra um pedreiro e sua esposa dona de casa.
Essa coisa de cada um tem que se colocar no seu lugar é ridícula e só existe no Brasil. É um pecado, porque é um dos países que prometem na atualidade mas precisa superar a tal “colonial mentality.