Tem semana que a vida de mãe-trabalhadora-esposa-blogueira (não necessariamente nessa ordem) atinge um ápice de loucura tamanho que sempre sobra pra alguém. E a minha vítima acaba sempre sendo o blog, pobrezinho… Mas volto com boas notícias: um sorteio! Quer coisa melhor?
Estão oficialmente na roda dois kits de etiquetas e adesivos na Names2Glue. Fofos e úteis até não poder mais. Ideais pra colar o nome do filho na lancheira, no babador, na mamadeira, na fraldinha, no tênis, no tuppeware que você manda pra escola com as frutinhas picadas…. Pra quem não conhece, veja os detalhes.
Bom, então tá fácil: deixe um comentário com seu nome e email. Quem ganhar me passa o nome do filho ou da filha e pronto, o kit personalizado chega prontinho na sua casa. Boa sorte
Minha ideia pro sábado de manhã era ir numa lojinha infantil na Vila Madalena, comprar um presente para uma menininha de 2 anos e só – tudo resolvido. Acontece que no meio do caminho surgiu esse Super Cool Market - New and Recycled Fashion. Como um nome desses, achei melhor entrar e dar uma olhada.
Lá, além de roupas e objetos de novos designers com preços honestos, achei uma presente fofo e diferente pra mini-aniversariante em questão. Uma mochilinha de coruja ideal para quem acaba de estrear no mundo escolar. Feita da pano, é bem leve e molinha. E as estampas… difícil de escolher!
Depois da festinha, cheguei em casa (com brigadeiro saindo pelos olhos) e resolvi ver o site da designer que criou a tal mochila-coruja. Mais surpresa boa: descobri que a Daniela Lessa também faz milhares de outras coisas daquelas que o seu filho p-r-e-c-i-s-a ter, sabe? Tipo essas lancheiras lindas. Ou, pros adultos, essa mala retrô, que é de dar inveja no pessoal da esteira do aeroporto.
E você, já tropeçou numa lojinha sem querer e acabou saindo de lá mais pobre?
Mesmo em uma cidade como São Paulo, que tem zilhões de cafés e restaurantes, não é fácil achar um lugar com uma área verde livre pro seu filhote correr por aí. Mais difícil ainda é achar um local que não fique a 20 quilômetros da sua casa e que tenha um preço razoável. Eu achei. E o melhor: fica na Casa das Rosas – pertinho, lindo, florido…
O roteiro pode começar pela visita à Casa em si. Nem preciso falar que o lugar é fantástico. Te faz lembrar como era a Paulista de antigamente. Um luxo só. E olhe bem pro chão, todinho feito de ladrilho hidráulico. Aproveite a biblioteca (o “subtítulo” Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura não está lá à toa) ou as atrações diárias, como contações de histórias infantis aos domingos. E o jardim em si vale a pena mesmo sem nenhuma rosa. O Theo adorou o chafariz.
E no “quintal” da Casa, a melhor surpresa: um café/restaurante com mesinhas ao ar livre e um cardápio delicinha. Da última vez que fui, comi um caprichado pain au chocolat. Também já experimentei salgados e tortinhas e nunca me arrependi. Nunca provei os pratos em si, que vão de saladas a filés e custam mais ou menos 25 reais, mas tive boas recomendações de amigos. Mas é claro que o que importa mesmo é ver seu filho correndo feliz da vida entre os canteiros. Muito melhor que os corredores lotados de gente do shopping do outro lado da avenida
Alguém aí já foi na Casa das Rosas? O que achou? E quem tem sugestões de cafés/restaurante amigo-das-crianças-que-amam-correr?
Um tempinho atrás, fui fazer uma entrevista de emprego em uma revista bem bacana. Ao sair da sala, já sabia que não seria contratada. Tudo porque minutos antes eu havia travado um minidiscussão com meu ex-futuro-chefe. O motivo? Carrinhos de bebê da marca Maclaren.
- Ah, não vai me dizer que você tem um daqueles carrinhos Ferrari? - Tenho, sim. E na verdade chama Maclaren. É leve, super facinho de desmontar e custou o mesmo preço do que um nacional. Eu adoro e meu filho também! - Legal. Olha, eu estou com seus contatos e conforme for eu te ligo…
Nem preciso dizer que ele nunca ligou, né? Mas até hoje acho que valeu a pena. Não tinha como eu falar mal do Maclaren XLR laranja e cinza do Theo! É perfeito. Sério. Pra mim, carrinho é tipo futebol. Rola um fanatismo. Criticar a praticidade (ou qualquer outro aspecto) do seu carrinho é tipo falar mal do artilheiro do seu time.
Comprei o Maclaren do Theo nos EUA, quando a gente ainda nem sabia se ele era menino ou menina. Diante de 12 mil modelos, o vendedor da BuyBuyBaby nos fez algumas perguntas (“Sua cidade é muito esburacada?” ou “Vocês vão ficar colocando e tirando o carrinho no porta-malas do carro o tempo todo?”). Ele sugeriu então um modelo resistente, mas que fosse leve (uns 7kg), fácil de montar e desmontar (pra quando eu estivesse sozinha) e que ficasse compacto o suficiente pra caber no carro.
É claro que eu achei os carrinhos da Bugaboo e da Quinny lindos, mas vi que iam ser um trambolho. Aqui no Brasil, adorei os da Peg-Pérego, principalmente porque o bebê-conforto seria da mesma marca, mas vi que o preço não compensava e o Maclaren também encaixava cadeirinhas de outras marcas. Dos nacionais, o que gostei mais era Infanti. E a briga continua…
E seu filhote, anda pra lá e pra cá em qual carrinho?
Tem quem não acredite que virar mãe te deixa mais criativa. Se você se encaixa nessa categoria, prepare-se porque essa sua opinião vai ficar no passado no instante que você conhecer a finlandesa Adele Enersen, dona do blog mais fofo do momento: Mila’s Daydreams.
Ela aproveita a soneca da filha e cria um cenário reproduzindo o que ela acha que a Mila está sonhando. Pra isso, usa roupas, fraldinhas, almofadas, bichos de pelúcia e outros objetos comuns em toda casa que abriga um bebê. Eu não sei como era o trabalho da Adele antes de ter a Mila, mas só pela descrição que ela faz no blog fica fácil concluir o quanto a maternidade vem fazendo bem para a criatividade dela…
“Eu costumava me apresentar como revisora e designer, mas isso não tem mais importância. Agora eu sou mãe e dona de casa, e estou amando isso! Esse blog é meu hobby durante a minha licença maternidade. Enquanto minha filhinha dorme, eu crio cenas em volta dela e tiro uma foto rapidinho”
É claro que o fato de ela morar na Finlândia também deve aguçar a sua criatividade. Vejam: além dos 9 meses de licença (que podem ser compartilhados com o pai) e da possibilidade de tirar até 3 anos de licença não-remunerada, você ganha um enxoval super completo do governo.
Sem se preocupar tanto com voltar ao trabalho e nem com os gastos das roupinhas do baby, sobra mais espaço no cérebro pra ser criativo, não?
Thanks, Lucas, pela dica do blog.
E você, ficou mais criativa e agilizada quando seu filhote nasceu?
Semana passada falei de algumas minirroubadas que nós nos metemos durante a viagem para os EUA com o Theo. Mas é claro que tudo isso vira passado rapidinho (ou, no máximo, rende posts no blog). O que fica mesmo são as boas lembranças e, CLARO, as boas compras.
E a melhor aquisição da viagem foi a lancheirinha de pinguim da Skip Hop. Me diz, tem coisa mais fofa? O Theo simplesmente não desgruda dela – nem no dia que não precisava levar lanche na escola! E o melhor de tudo é que custou apenas US$ 13. Sério, eu revirei as lojas aqui atrás de uma lancheira… só encontrei coisas caras e sem sal.
Compramos a nossa na BabiesR’Us, onde também estava à venda mochilas no mesmo estilo. A de macaco era linda de morrer. Mas, sabe-se lá por que, na hora achei que não era uma boa ideia comprar. Me arrependi, claro. Mas já dei um jeito de emcomendá-la e ela já está a caminho. Ah, e pra quem acha que já viu essa marca antes, viu mesmo. A nossa bolsa do bebê também é da Skip Hop
Me conta… Qual a melhor aquisição que você fez pro filhote nos últimos tempos?
Contei aqui sobre a roubada que foi não ter levado uma banheirinha inflável pro Theo tomar banho durante nossa viagem para os EUA. Agora, vou falar de uma outra fria…
Antes de eu ir viajar, fiz um post reclamando da American Airlines. Os comentários do post me renderam excelentes dicas sobre viagens com bebês. Uma delas era pra eu largar de ser boba e levar papinhas da Nestlé. Acontece que mãe é um ser teimoso… Levei só dois potinhos. E dos doces. Meu preconceito é menor em relação aos de mamão com laranja do que aos de strogonoffinho.
Enfim, percebi que foi idiotice total quando num determinado passeio, a comida mais saudável do cardápio era um cachorro-quente lotado de mostarda. Nunca desejei tanto um potinho da Nestlé. Me arrependi horrores de não ter levado um de strogonoffinhho, outro de risotinho…
Enfim, é claro que demos um jeito. Ok, não foi lá essas coisas, porque ele acabou comendo pão com cream cheese (bem melhor que salsicha, vai), mas não morreu de fome nem nada. E, conforme a culpa foi diminuindo, tentei encarar como uma lição. Então, fica a dica, hein? Estoque de papinha na mala
Quer abrir seu coração e compartilhar as roubadas em que você e o filhote já se meteram? A hora é agora!
“E como toda arte que merece esse nome, as obras da bienal não precisam ser entendidas.” Foi depois de ler essa frase no site do Itaú Cultural sobre a 5a. edição da mostra Emoção Art.ficial 5.0 que resolvi levar o Theo. Era um sábado chuvoso, pouco convidativo para parquinhos e áreas abertas. Fora que estávamos a uma quadra dali.
Realmente era tranquilizador saber que não precisávamos entender pra valer as obras da exposição, que era “norteada pela noção de autonomia cibernética, pela evolução padrões derivados dos comportamentos emergentes das próprias máquinas.” Medo!
Mas o Theo e eu piramos com algumas das obras. A primeira é essa que aparece na imagem acima. Essas espécies de joysticks tem sensores que avisam quando uma ameaça (nós) está chegando. Assim que você passa, eles vão apagando e “se comunicando” uns com os outros, fazendo uma apagão em efeito cascata. E o que pode ser mais divertido pra um minigaroto que um monte de luzinhas azuis acendendo e apagando em volta de você?
Um robô que te filme e depois, com seu braço mecânico, desenha o seu rosto? Até seria. Mas a ideia de ficar imóvel (para o robô gravar uma imagem bacana do seu rosto) não combina muito com garotos espoletas de 1 ano e meio. Mesmo assim, foi divertido ver o robozinho desenhando outras pessoas “de memória”.
E se eu achava que o Theo não ia ficar “estátua” nunca, ele provou que eu estava errada na obra seguinte. O “desafio” era subir numa plataforma iluminada e ficar parado, com os braços abertos, por 10 segundos. “Há, nunca!”, pensei eu. Metade dos monitores parou para ajudá-lo. Mãe, avó e outras pessoas fizeram mímicas e dancinhas pra ele ficar parado e olhar para câmera ao mesmo tempo. Rolou! E super valeu. A imagem dele foi projetada como uma sombra colorida num telão. E essa silhueta colorida ficava andando e dançando. Lindo!
Serviço Emoção Artificial 5.0 Itaú Cultural – Av. Paulista, 149, (11) 2168-1777 3a. a 6a. das 9h às 20. Sáb. e dom., 11h às 20h. Até 5 de setembro
Dizem por aí que é beeeem mais fácil encontrar roupas fofas de menina do que de menino. Hum, acho que não, viu? O Theo, por exemplo, tem várias camisetinhas lindas, descoladas, coloridonas… enfim, daquelas que todo mundo que vê fala “ooohn!”
Pra ficar justo, vou dar dois exemplos de sites – um daqui e outro gringo – que já comprei e super funcionam. O legal é que, nos dois casos, os leitores sugerem as estampas, que passam por votação do público. As mais votadas são produzidas e colocadas à venda no site.
O Threadless é daqueles lugares que você enlouquece pra escolher um modelo. Esse da imagem que abre o post é lindodemorrer, não? O melhor é que eles têm promoções pra valer — nada daqueles 10% mixuruca. Lá no armário do meu filhote também tem essas duas (clique nas imagens pra ir direto):
E o melhor é que elas tem um preço amigo. A da esquerda sai por 18 dólares e a do esquimó está em promoção, 9 doletas! O frete para o Brasil sai por 10 dólares – passível de imposto se você for azarado.
Já os modelos infantis da brasileira Camiseteria saem por 49 reais e o frete (no caso pra São Paulo), por 5,50 reais.
Quem tiver outras sugestões de lojas online pra molecadinha….
Eu prometi num post passado que ia contar sobre as minirroubadas que caímos durante nossa viagem com o Theo para os Estados Unidos. Será uma série de posts, que eu espero que ajude mães e pais viajantes a evitar esses deslizes.
Pra hora do banho, você acha que pegou tudo porque lembrou de colocar na necessaire o shampoo e o sabonete do filhote, certo? Eu achava que estava arrasando. Até chegar no banheiro do hotel e perceber que não tinha banheira, nem chuveirinho. Dar banho em um garotinho de 1 ano e meio em uma ducha não é tarefa fácil. Tarefa que piora ao tentar lavar a cabeça dele. Resultado? Um menino choroso, com cara de afogado e um banho pra lá de mal tomado.
E todo o perrengue podia ter sido resolvido com uma simples banheirinha inflável, daquelas pequenininhas que ocupam o espaço de uma calça jeans na mala. Uma dessas certamente vai estar na nossa bagagem da próxima viagem.
Uma das mais fofas que encontrei é essa banheira-pato da Munchkin, que ilustra o post. Segura e compacta: média de 20 centímetros. Já o preço é meio salgado, mais de 100 reais. Pela metade do preço, acho que essa do Ursinho Pooh resolve o problema também. E essa por 18 reais, hein?
Tem uma outra no site da EcoBaby, uma tal Flexi Bath, que nem é das mais compactas, mas é linda de morrer! E vale passar no blog NY with Kids, que sempre traz boas dicas de banheirinhas.
Agora é sua vez, vai. Deixe a vergonha de lado e conte aqui sua maior roubada em viagens com a família….