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Final feliz para mães e bebês
Jan 13th, 2010 by Mariana

Que atire o primeiro tubinho de Hipoglós a mãe que nunca ouviu um engraçadinho dizendo que licença maternidade é uma espécie de férias. Ah, a ignorância… Mal sabem esses desinformados que é um período que, mesmo sendo delicioso, não deixa de ser exaustivo.

E para aliviar essa canseira – que vem sempre acompanhada de insegurança e doses de isolamento – o remédio que encontrei foi o Cinematerna. Durante meus meses em casa, poucas coisas me animavam mais a sair de casa com o Theo (e toda sua minitralha) do que ir ao cinema. Mais que isso: assistir a um filme acompanhada de outras mães e seus filhotes.

O projeto joga por terra essa ideia de que mães (e pais) só podem se divertir se deixar o bebê em casa, com a babá. Também desfaz o mito de que nenezinhos têm de ficar em casa, no máximo ir na casa da avó. Eles ficam tranquilos, muitos até dormem durante o filme. E, se não dormirem e abrirem o berreiro, sem problemas. Ninguém vai reclamar, pois as frequentadores sabem que o próximo choro pode vir do seu próprio filho.

Outra coisa bacana é que são as mães mesmo que elegem os filmes que passarão no Cinematerna, que tem dezenas de sessões em São Paulo, Campinas, Rio… De todos os filmes que eu e o Theo vimos nas saudosas tardes de terças no Espaço Unibanco, o único que ele não curtiu muito foi ‘Che’ – não sei se foi por causa do barulho ou do Fidel ;)

Ah, e quem já voltou a trabalhar pode acompanhar as sessões quinzenais aos sábados.

Enfim, veja todos os detalhes aqui e dê seu depoimento se você já foi a uma das sessões do Cinematerna.

Quarto novo sem stress
Nov 11th, 2009 by Mariana

adesivos

Esse post é inspirado na sugestão de uma amiga: a Re, de BsAs. “Que tal não falar só das coisas que estão acontecendo com o Theo agora, mas também das que já passaram. Assim, você abrange um público maior”, disse a Re, levando em conta ela mesma, que pretende ter um baby daqui um tempinho.

Logo no início da minha gravidez, comecei a matutar sobre como seria o quartinho dele. Comprei algumas revistas e não gostei de nada. Os quartos pareciam cenários: agora o tema é ursinho, com berço de ursinho, puxador de cômoda de ursinho, pote de algodão de ursinho… Aff! Aí me lembrei dos adesivos, que já decoravam minha sala.

Bem, os que estampam o quarto do Theo foi a gente mesmo que bolou e mandou imprimir. Mas há sites ótimos que vendem adesivos lindos (muitos deles, removíveis), que mudam a cara do quarto em poucos minutos, sem lixas, latas de tintas, pedreiros nem nada dessas chatices. Aqui vão algumas dicas, que tentei deixar bem globalizadas.

Blik – É desse site americano que vêm os adesivos aí em cima e os que estampam a parede da sala e do banheiro aqui de casa. Um mais lindo que o outro, para quartos e todos os cômodos da casa

Wall Candy Arts – Também dos EUA, é especializado em temas infantis. Há um fofo de fazendinhas e outras ideias ótimas em forma de adesivos-lousa

Domestic – Um humor mais europeu domina os adesivos desse site francês, com monstros e herois malucos e porquinho pra colar na tomada

Gecko – O nome desse site brasileiro não inspira muito, mas os produtos deles são os mais criativos entre os nacionais

Etsy – Melhor site ever de artesanato moderno. Digite wall decals ou stickers e pire. Ou busque por “wall decals growth” e me ajude a escolher o próximo meu próximo adesivo. Aliás, meu não, do Theo.

E, claro, deixe aqui suas sugestões de sites e lojas que vendem adesivos bacanas ou outras dicas de decoração rápidas e fáceis.

Babador, bib, bavoir, babero…
Nov 4th, 2009 by Mariana

babador

Babador é o tipo de coisa que não adianta uma mãe mais experiente te dizer: “compra esse que é perfeito e você não vai se arrepender”. É como fralda, precisa ir experimentando porque o que funciona super bem para um bebê pode ser um desastre para o outro.

Há uns dois meses, quando o Theo já estava comendo papinha e fazendo um sujeira considerável, achei que tinha encontrado o babador ideal. Num passeio pela Amazon, dei de cara com esse modelo da Baby Björn, uma marca sueca que eu adoro (temos o canguru deles e é o máximo). De plástico flexível, com um “bolso” que coleta a comida que cai da boca… um sonho.

Até que na terceira vez que o Theo usou, ele começou a morder o babador e o caos se instaurou. Também percebi que o cordão do fecho é complicado. Se deixo justo, aperta o pescoço. Se deixo folgado, suja a gola. Vi que algumas mães reclamaram da mesma coisa na Amazon.

Conclusão. Hoje meu “number 1″ é um babador plastificado que veio da Babies ‘R’ Us, igualzinho aos vendidos nas farmácias daqui, , tipo esse. A única diferença é que o fechador é de velcro, o que economiza preciosos segundos de luta para fazer um laço.

E você, como minimiza a lambança na hora da papinha?

Um trocador, por favor
Oct 23rd, 2009 by Mariana

troca2

Esse post foi motivado por uma cena que vi nesta semana na pizzaria Veridiana, em Higienópolis (São Paulo). O lugar é lindo, os garçons são simpáticos, a pizza é uma delicinha, tudo perfeito. Até que… eu fui ao banheiro e vi uma mãe se matando para trocar a fralda da filha, que devia ter uns 2 anos.

Detalhe: a menininha estava em pé porque apesar de toda a pompa do restaurante, não havia trocador no banheiro. E a pia também não tinha espaço pra uma troca de fralda improvisada.

Eu tinha o mesmo problema no Pasquale, mas o pessoal lá se virava e colocava uma mesa no banheiro. E me informaram pelo telefone que o trocador já foi instalado. Aliás, o gerente do Veridiana disse que eles também estão providenciando um. Então aproveito para lançar uma “campanha” por mais trocadores nos restaurantes, bares e afins.

Quer participar da campanha? Além de reclamar em lugares-pouco-amigo dos-bebês, você pode deixar dicas aqui nos comentários de onde há (e onde não há) trocadores.

Dedos a salvo
Oct 18th, 2009 by Mariana

baby_proof2

Todo mundo sabe, mas alguns se recusam a aceitar. Quando um bebê começa a engatinhar, é chegada a hora de “limpar o terreno”. Sabe aquelas recordações bacanas que você trouxe de viagens e que ficam lindas no seu hack retrô, daqueles baixinhos? Uma mini-estátua mexicana, uma vaca/cofre psicodélica, aquela lantena marroquina… Já era, tudo precisa ser tirado do alcance dessa maquinhinha de engatinhar e mexer em tudo.

Aqui em casa, um minuto de desatenção já permitiu que o Theo colocasse um alho na boca e desse umas lambidinhas em um desentupidor de pia. Para evitar danos maiores, resolvi deixar o lugar menos perigoso pra ele, instalando esses acessórios de segurança. Fui comprando aos poucos, pra não enolouquecer com a vendedora insinuando que minha casa era um campo dos horrores.

Primeiro, foi o protetor de tomada. Fracasso total. Se antes ele se interessava pelos dois buraquinhos, agora, com uma tampinha, parece que a tomada ficou ainda mais atrativa. Solução? Passei fita crepe para impedir que ele arranque o tal protetor. Fase 2: protetor para dedos. Também conhecido como um “U” em EVA que não deixa a porta bater. Simples e funcional. Aprovadíssimo. E a mais recente aquisição deveria ser algo para evitar dedinhos esmagados na gaveta da cômoda. Optei por um da Safety 1st, que só depois de aberto que vi que precisava parafusar. Ou seja… o pacote está aqui do lado do notebook ainda.

Dá pra se ter uma boa idéia de tudo o que é preciso na seção de segurança do site da Alô Bebê e no Diapers.com tem outras boas sugestões. Alguém aí tem uma dica do que funciona e do que é dinheiro jogado fora?

Letras e buraquinhos
Oct 6th, 2009 by Mariana

circo2

Livros infantis não são como brinquedos, que vêm com a indicação de idade estampada na caixa. Deveriam? Depois que o Theo ganhou o “Meu Circo” (Cia das Letrinhas), cheguei à conclusão de que seria desnecessário. Explico:

Estou chutando, mas acho que o vendedor de uma livraria indicaria esse livro para crianças de mais de 3 anos ou algo assim. Isso porque os personagens de um circo vão ilustrando as páginas, cada uma com um recorte que funciona como espiar numa fechadura, deixa ver um trechinho do que está do outro lado, ou melhor, na outra página. O short de bolinha do equilibrista ao virar a página se transforma na estampa da girafa…

Acredito que uma criança de 3 anos fique tentando adivinhar o que vem na página seguinte. Já o Theo, com 10 meses, se diverte com os buraquinhos,  colocando o dedo e vendo ele sair do outro lado. O que, claro, prende sua atenção, assim como (acho eu) as cores fortes e o traço simples.  É um jeito, ainda que meio tortinho, de ele se interessar desde cedo por livros. E isso vale mais do que qualquer indicação etária, não?

Price doesn't matter
Sep 30th, 2009 by Mariana

louco_deitado

Às vezes eu fico pensando como queria ser sócia da Fisher Price. Sério. Eles têm um brinquedo mais lindo que o outro e todos parecem que serão essenciais para o desenvolvimento do seu filho.Eu, por exemplo, estou super namorando um andador musical, desses modernos, sem aquela coisa redonda em volta.

Mas depois que passa da fase de observar — móbiles, por exemplo — e entra no período de brincar de verdade, você acaba percebendo na prática que um brinquedo caro e perfeito como os da Fisher Price acabam tendo o mesmo valor que… uma tampinha de Nescau.

Juro, o T. adora uma sucata. Caixa de pasta de dente, daquelas prateadas, ele surta. Embalagens barulhentas também estão no seu top 5. Revistas “rasgáveis” servem de diversão por mais de 5 minutos — um recorde! Mas na hora de comprar um brinquedinho, lembro sempre do tanto que ele se diverte com bolinha de sabão. Outro hit lá em casa é esse agarradinho do Louco, o melhor personagem da Turma da Mônica. Meu filhote amou e não me custou nem 7 reais.

Navegando entre fraldas
Sep 29th, 2009 by Mariana

centerPra mim, toda mulher grávida e toda mãe (e pai) de primeira viagem têm o direito de perguntar tudo o que lhe vem à mente. Mas os médicos não são tão pacientes assim. As mães (e futuras avós) não tem a memória tão boa assim. A amiga que teve filho há pouco, obviamente, não tem tanto tempo livre assim.

No meu caso, esse problema de escassez de fonte caiu por terra assim que eu encontrei o babycenter, um site fantástico que tem a respostas para todas as suas dúvidas. Todas. Comecei a acessá-lo logo no início da gravidez e de cara me apaixonei pelo calendário que mostrava, semana a semana, o desenvolvimento do bebê com uma ilustração didática, mas não assustadoramente didática.Os vídeos também eram ótimos.

Mas o mais incrível são as newsletters, que, por serem enviadas de acordo com a semana da gravidez ou a idade do bebê, tratam exatamente de coisas que estão acontecendo naqueles dias. Chega a parecer que alguém leu sua mente. Minhas seções preferidas atualmente são a que pediatras-mães falam de um tema específico (de papinhas com legumes orgânicos a cadeirinhas de pôr no carro) e a que sugere brincadeiras apropriadas para a idade do seu filho.

E lá pro fim da minha gravidez, uma boa surpresa: o site tinha acabado de estrear no Brasil, numa versão que mesmo não sendo completa como à gringa é uma bíblia para grávidas e mães que, assim como eu, PRECISAM saber o porquê de tudo.

Não saia de casa sem ele(s)
Sep 29th, 2009 by Mariana

medidorzinho

No post anterior, eu falei de como facilita a nossa vida ir  a um lugar “baby friendly”. Mas para vencer a trabalheira de sair de casa com bebê, é fundamental ter uma memória afiada e uma sacola bem equipada. Minha memória às vezes falha e eu esqueço alguma coisa da sacola, como o cobertorzinho ou a chupeta (o horror, o horror!) Mas há sempre dois itens que jamais deixo pra trás — até porque o T. é um esfomeado-mór: o dosador de leite em pó e a garrafinha térmica.

Munida desses dessa dupla, preparo a  mamadeira em segundos seja qual for a circustância. Até mesmo em movimento: carro andando e balsa no mar são dois dos exemplos pelos quais já passamos. Bem, e esse dosador da Avent (que é da Philips) é fantástico. Pra lá de prático, ele tem três divisórias, cada uma comporta oito ou nove medidas de Nan. E é facílimo de lavar.

Ao lado dele vem sempre nossa garrafinha térmica da Bergner. De aço inoxidável, ele é linda, fashion, compacta, de uma marca austríaca e… ah, sim, e mantém a água quente por horas e horas. E tem um bico que é só apertar e pronto, a água já sei. Ideal para bebês sem paciência e pais idem. Enfim, esses são os itens no topo da minha listinha não-saio-de-casa-sem.

Mini-duelo
Sep 21st, 2009 by Mariana

boca2

Lá no ‘Que lugar é esse?’, eu digo que a idéia é trocar idéias com quem acha que filho não é sinônimo de ficar enfurnado em casa. Prova disso é que quando eu estava de licença (hum, saudade!), fiz algumas ‘aventuras culturais’ com o T. cidade afora. Hoje vou falar de duas delas, comparando apenas o acesso de mãe-com-carrinho-de-bebê a dois centros culturais paulistanos .

Cheguei no Tomie Ohtake e estacionei no subsolo porque estava chovendo. Depois de descarregar o carrinho e o bebê, o manobrista me informou que eu teria de subir a rampa (bem íngreme), tomar chuva e daí sim entrar no local. Porque o elevador era só pra condôminos. Foi preciso uma rodadinha de baiana pra nos deixarem subir de elevador. (off topic: a exposição era chata, mas o T. adorou porque tinha um monte de quadrados coloridos). Na volta, foi o mesmo suplício pra descer.

Já no Museu da Língua Portuguesa, a experiência foi bem diferente. Nem vamos considerar o museu  é sensacional. Indo ao ponto sem delongas: logo na entrada, ao lada do bilheteria, demos de cara com aquele elevadorzinho para deficientes que podíamos usar. Mas nem foi preciso porque um funcionário logo veio carregar o carrinho, para agilizar o processo. Entre um andar e outro, elevador, sem erro.

Nem preciso dizer quem ganhou…. O acesso a qualquer museu, bar, restaurante, loja é muito mais que um detalhe quando se está pilotando um carrinho de bebê. É um detalhe que pode desanimar qualquer um a sair de casa, princialmente aqueles que dormiram mal à noite e que sentem uma preguicinha só de pensar no trampo que dá sair de casa com um meninho(a) cuja babagem é maior que ele(a).  E você, tem algum lugar pra indicar ou pra dizer ‘fuja’?

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