Podia até tentar escrever um super post com dicas da nossa viagem pro Rio, feita já há alguns meses. Mas seria em vão. Porque o post definitivo sobre passear com filho nessa cidade que os paulistanos que eu tanto invejo já foi escrito pela Sut-Mie em Rio de Janeiro com crianças: dicas e roteiros para a família, com faixa bônus sobre o Parque Lage. O blog dela, Viajando com Pimpolhos, é imperdível pra qualquer família viajante. Eu segui todos os conselhos dela e nosso passeio carioca foi um sucesso.
Deck da Lagoa, também conhecido como "Isso que é vida"
Mas, voltando pro Rio: Theo amou o Baixo Bebê, no Leblon. Aliás, ele e todas as outras crianças do universo. É uma parte da praia onde há um parquinho, um serviço com piscininhas de água doce (primeira foto acima) e, claro, o mar, a areia branquinha, o biscoito Globo..
Adoramos também a Lagoa. Sigam os conselhos da Sut-Mie e aluguem uma bicicleta família. Tem uma direção fake que fez alegria do Theo (última foto acima), achando que estava no comando enquanto os pai.. ok, o pai pedalava e a mãe tirava foto. De brinde: aquela brisa carioca delicinha (olha a invejinha branca aí de novo).
E aquele deck na Lagoa é qualquer coisa de sensacional. Compre seu coco, tire seu chinelo, fique olhado os barquinhos…
O Parque Lage foi outra surpresa boa. Tranquilo e lindo. Vá.
O Jardim Botânico… além de ser o máximo e de ter um parquinho ótimo, teve um sentido especial. Da vez anterior que visitei, estava grávida e ainda não sabia, mas tinha certeza de que um dia levaria meu futuro filho lá.
Já Santa Teresa ficou pra próxima vez, já sabendo que o Theo vai pirar naquele bondinho bem doido, que vai subindo, subindo, como se fosse acabar o fôlego.
E, pra terminar, nada como embarcar no avião e ver o filho dando tchau, todo animado, pra aquele moço que ele viu durante todo o feriadão e que já é praticamente um amigo: o “Quisto”, ou Cristo no idioma dos meninos de 2 anos e meio.
Declarações de amor ao Rio? Deixe a sua abaixo, por favor!
E, como esse post ficou abandonadinho um tempo, vou deixar o sorteio rolar mais um pouco, porque um babador lindo desses é fofo até pra quem não tem mais bebês, né? Aliás, o Theo nessa fase como-tudo-sozinho-não-me-ajuda tá usando super os babadores antigos dele.
É, voltei. Como muita gente aqui sabe, fui levar o filhote para passear em Nova York…
Duas semanas depois, volto cheia de histórias, experiências e descobertas pra compartilhar aqui no blog. É claro que vou contar uma coisa aqui, outra ali, pra não saturar a paciência de quem não pensa em levar os filhos pra lá ou pra um lugar parecido — se bem que acho que isso não existe, né? Bom, o resumo do resumo da viagem toda — que depois, claro, virá em detalhes em vááários posts:
Bom, e o primeiro passeio que fizemos em Nova York resume bem nossa viagem, que foi cheia de visitas a lugares que agradam a crianças, mas também aos pais. O Central Park Zoo é feito na medida para a molecadinha, que não tem fôlego pra longos passeios. Pequeno, fácil de chegar, de se deslocar de ir de uma atração para outra, bons banheiros com trocadores e cheio de animais agitados – os preferidos dos pequenininhos, como eu falei nesse post aqui.
O Theo amou os pinguins! Nos organizamos para chegar bem na hora da alimentação (10h30; tem também às 14h30) e foi genial. Os funcionários dando peixes para os bichinhos e a criançada gritando, enlouquecida, parecendo adolescente em show de boy band. Ver um urso polar de pertinho também o deixou maluco – e confesso que até eu pirei. Dá uma olhada:
Outra área que vale o ingresso (US$ 10 pra adulto, US$ 5 pra crianças acima de 3 anos) é o Tisch Children’s Zoo – uma mistura de playground com fazendinha que fica dentro do zoológico e é ideal para os menorzinhos. E pra quem não acredita que os pinguins são a coisa mais fofa ever, aqui vai uma prova:
E, me conta, qual foi o zoológico que seu filho (sua filha) mais pirou na vida?
Apesar de todos os olhares tortos, as sobrancelhas franzidas e as caras de espanto, resolvi que vou levar o Theo pra Nova York. Sim, ele vai ficar umas 10 horas no avião. Sim, ele é pequeno demais (1 ano e 3 meses) pra entender viagens assim. Sim, vai ver que eu sou louca mesmo.
De qualquer modo, está decidido. E estou tentando organizar a viagem em detalhes para evitar imprevistos malas. Para me ajudar nessa tarefa, comprei um livrinho (outro!) fantástico, com o qual me deparei no site do Ricardo Freire. “Descobrindo Nova York com as crianças” é um miniguia escrito pela empresária Anna Chaia, que já viajou pra 25 países com seu filho de apenas seis anos.
Os dois reviraram Nova York e acabaram chegando a uma lista de 51 lugares bacanas para crianças. O que mais gostei é que cada programa traz a faixa etária indicada e uma dica de um lugar pra comer perto dali. Mais que útil. De todas as sugestões, oito são para crianças a partir de 1 ano ou para todas as idades. Algumas delas vou com certeza, como o Children’s Manhattan Museum e o Central Park Zoo, às 10h30 ou às 14h30. É nessa hora que, segundo a excelente dica do livro, os pinguins comem. “Todos batem as asinhas e começam a dançar em busca das sardinhas.” Ooohn, que fofo! Certeza que o Theo vai pirar!
E você, também acha loucura viajar pra tão longe com filhos pequenos? Ou, se é do meu time, tem sugestões de lugares bacanas em NY pras crianças ou outras dicas (e roubadas) de viagens com os filhotes?