
Até hoje me lembro quando entrei, grávida, numa loja de bebê para comprar um carrinho e uma cadeirinha. Me senti um ET. Aquele mundo não era o meu. As vendedoras pareciam falar sânscrito. As explicações ao lado de cada modelo pareciam estar escritas em árabe. Mas aos poucos, depois de várias visitas a lojas e sites, comecei a desvendar esse mundo.
E pego carona na nova lei, que torna obrigatório o uso da cadeirinha no Brasil a partir de junho, pra falar da minha experiência nessa loucura de cadeiras, bebê-conforto, boosters, cintos, adaptadores para carrinhos, marcas mil… Antes de mais nada, acho que o primeiro passo é ver qual o tipo de cadeirinha que o seu filho precisa. Achei um guia bem completinho no site da ONG Criança Segura.
E essa é a parte fácil. O drama é achar uma marca com bom custo benefício. No meu caso, decidi logo de cara que não ia comprar aquelas cadeirinhas adaptáveis, dessas que você usa desde de que ele é recém-nascido até depois de um ano. Li que esse modelo não deixava os pequenininhos muito confortáveis e logo desisti.
Nossa primeira aquisição foi um modelo da Peg-Pérego chamado Primo Viaggio (comprei na Alô Bebê): super recomendo, se adaptava bem como bebê-conforto no carrinho. Era prático, fácil de fechar, mas era bem quente. O Theo vivia suado.
Ele cresceu e compramos essa da Burigotto em parceria com a Peg-Pérego. Só um porém: o cinto enrola todo e dá um trabalhão pra desenrolar. Parece uma coisa boba, mas quando você está atrasada, com a mochilinha nas costas, sua bolsa num ombro, a blusa do filho no outro…
E no carro da minha sogra temos essa da Infanti, que acho que vale mais a pena porque além de não ter o problema do cintinho, ela é mais arejada que a nossa da Burigotto.
E então, de qual cadeirinha seu filho vê o mundo janela afora? Você recomenda, tem suas ressalvas? Conte tudo, não esconda nada