Foi no balanço na pracinha aqui do lado que ouvi o Theo falar “desce” pela primeira vez. E disse essa palavra nova depois de apenas duas balançadinhas. Exato, esse o brinquedo que ele menos gosta no parquinho. Talvez porque a mãe dele não deixe ele ir sozinho. Porque ela fica pensando que ele pode cair pra trás e bater a cabeça ou cair pra frente e quebrar os dentes. Ou cair pro lado e… bem, deixa pra lá
Mas eu sabia que em algum lugar do mundo havia um balanço perfeito pra um menininho de 1 ano e meio – e sua mãe cautelosa, ok, neurótica. E o Theo encontrou o dele durante uma caminhada despretensiosa na Filadélfia.
Pra quem não acredita que ele se encontrou, fica o vídeo:
Me disseram que aqui em São Paulo, no Alto de Pinheiros, tem parquinhos com balanços assim. Alguém sabe onde exatamente? E em outras cidades? Vale também deixar ideia de outros balanços seguros…
Pelo menos uma vez por dia eu dou uma passadinha na Etsy, uma espécie de loja online de produtos feitos à mão em casas e ateliês espalhados pelo mundo todo. Aqui no Brasil há algumas iniciativas parecidas, como A Quitanda. Mas nenhuma se encaixa tão bem nesse blog com a Cia. das Mães - uma Etsy nacional só com produtos feitos por mães. Afinal, como diz o slogan do site: “Porque lugar de mãe é na internet”.
Genial, uh? São mães que resolveram concretizar aquelas ideias que frequentemente surgem em nossas cabeças, como uma roupinha prática, um móvel ideal para o seu filho espoleta, um brinquedo desses que você nunca viu em loja alguma, convitinhos de aniversário criativos e mil outras coisas fofas. Tudo a um número de cartão de crédito de distância
Encontrei produtos criativos, úteis, diferentes e – na maioria das vezes – com preços justos.
E aí, o que acharam? Vocês costumam fazer compras para os filhos online?
Fiquei horas abrindo e reabrindo os sites de “design para crianças” aqui nos meus favoritos para escolher uma — só uma — imagem para ilustrar esse post. Depois de entrar nos links abaixo, vocês vão entender o porquê do drama. A cada página que abre, você tem certeza que seu filho p-r-e-c-i-s-a de coisas como esse kit de pente e escova de coelho, ou esse joguinho americano genial ou ainda um cadeirão como esses.
Afinal, por que evitar que o baby prenda o dedo com um protetor feito de borracha-branca-e-sem-graça, como falei nesse post, se você pode comprar um passarinho-bem-louco-e-colorido que cumpre a mesma função? Ok, quem pensou “dinheiro” respire e, pelo menos por um momento, esqueça desse obstáculo.
Como são muitos os sites e os objetos de desejo do mundo do design infantil, farei vários posts temáticos sobre o tema. Esse, formalmente, é sobre brinquedos cool que as crianças sobem em cima. Ou, como se diz por aí, releituras dos cavalinhos.
1. Da Kids Love Design, escolhi o rocking horse que de horse não tem nada, mas é qualquer coisa de sensacional.
2. Já o da Baby Gadget é um cavalinho clean com detalhes em cores com verde limão e pink. O mesmo site tem um tigre fofo.
3. E pra terminar, o Baby Geared com o elefantinho acima, assinado por Charles e Ray Eames — casal de designers que inventou cadeiras com as quais com certeza você já sonhou.
E você, gastaria suas verdinhas em design para criança? Ou prefere ficar só sonhando em sites internet afora? Dê a sua opinião ou a sua dica de site.
Adoro ruas temáticas. Quer coisa mais prática? Aqui em São Paulo, é fácil. Lustres? Consolação. Eletrônicos? Santa Ifigêna. Roupas baratas? Zé Paulino. E a Teodoro Sampaio, que tem dupla personalidade. Acima da Henrique Schaumann, reinam os instrumentos musicais. Abaixo dela, os móveis — com a subdvisão de mobília infantil, que fica logo na primeira quadra após cruzar a avenida.
Mas preciso dizer que minha rua temática favorita é a Sumaré. À primeira vista, ela parece ser especializada em carros, com lojas de praticamente todas as montadoras. Mas um olhar mais atento (ou mais maternal/paternal) mostra sua verdadeira vocação: lojas infantis.
Tem a abarrotada loja de brinquedos Bmart (nº 61), a onipresente, completa e organizada AloBebê (esquina com a Apiacás) e a prima rica da rua, a EcoBaby (nº 535), com seus produtos importados e roupas tão lindas quanto caras. E tem também a minha nova descoberta, a Nunno’s Baby (nº 531) –> atualização: essa loja fechou, snif!. Prima pobre, ela quase some ao lado da faixada vistosa da EcoBaby. Mas não tema, entre. Não há lugar melhor na Sumaré para encontrar pechinchas. Acho um pecado gastar muito com roupinhas que vão durar dois meses. Então, minha visita à loja rendeu uma mini-renovada no “armário de verão” do Theo: regatas estampadas por R$ 15, um body cavado feito de malha bem fresquinha por R$ 18 e shorts colorido por R$ 8.
Alguém aí tem mais dicas de pechinchas para nossos filhotes?