Semana passada falei de algumas minirroubadas que nós nos metemos durante a viagem para os EUA com o Theo. Mas é claro que tudo isso vira passado rapidinho (ou, no máximo, rende posts no blog). O que fica mesmo são as boas lembranças e, CLARO, as boas compras.
E a melhor aquisição da viagem foi a lancheirinha de pinguim da Skip Hop. Me diz, tem coisa mais fofa? O Theo simplesmente não desgruda dela – nem no dia que não precisava levar lanche na escola! E o melhor de tudo é que custou apenas US$ 13. Sério, eu revirei as lojas aqui atrás de uma lancheira… só encontrei coisas caras e sem sal.
Compramos a nossa na BabiesR’Us, onde também estava à venda mochilas no mesmo estilo. A de macaco era linda de morrer. Mas, sabe-se lá por que, na hora achei que não era uma boa ideia comprar. Me arrependi, claro. Mas já dei um jeito de emcomendá-la e ela já está a caminho. Ah, e pra quem acha que já viu essa marca antes, viu mesmo. A nossa bolsa do bebê também é da Skip Hop
Me conta… Qual a melhor aquisição que você fez pro filhote nos últimos tempos?
Dizem por aí que é beeeem mais fácil encontrar roupas fofas de menina do que de menino. Hum, acho que não, viu? O Theo, por exemplo, tem várias camisetinhas lindas, descoladas, coloridonas… enfim, daquelas que todo mundo que vê fala “ooohn!”
Pra ficar justo, vou dar dois exemplos de sites – um daqui e outro gringo – que já comprei e super funcionam. O legal é que, nos dois casos, os leitores sugerem as estampas, que passam por votação do público. As mais votadas são produzidas e colocadas à venda no site.
O Threadless é daqueles lugares que você enlouquece pra escolher um modelo. Esse da imagem que abre o post é lindodemorrer, não? O melhor é que eles têm promoções pra valer — nada daqueles 10% mixuruca. Lá no armário do meu filhote também tem essas duas (clique nas imagens pra ir direto):
E o melhor é que elas tem um preço amigo. A da esquerda sai por 18 dólares e a do esquimó está em promoção, 9 doletas! O frete para o Brasil sai por 10 dólares – passível de imposto se você for azarado.
Já os modelos infantis da brasileira Camiseteria saem por 49 reais e o frete (no caso pra São Paulo), por 5,50 reais.
Quem tiver outras sugestões de lojas online pra molecadinha….
Cores em tons bebê nunca me agradaram. Depois que tive filho então, elas me causam ainda mais aversão. Roupinha pra recém-nascido? Tem body azulzinho pra menino e rosinha pra menina. Na melhor das hipóteses, tem um verde-sabonete ou amarelo-calcinha.
Quando a criança passa dos três meses, a situação melhora um pouco. Temos uma estampa aqui, outra ali. Quem sabe um azul royal e um verde sem ser bebê. Mas, calma, nada muito vibrante, nada de cores escandalosas, nada de botar camiseta vermelha-cheguei no baby. Agora me diz: por que não? Por que a regra no Brasil é quase sempre vestir a criança em tons bobocas? Quer coisa mais alegre do que meninos e meninas saltitantes!
Bom, o que vi é que vestir os pequenos com cores bebês não é regra em outros lugares. Nos países escandinavos, por exemplo, a criançada está sempre com roupas vibrantes, descontraídas e bem-humoradas — talvez por causa do frio. Mas dá uma olhada na NordicKids, uma loja online inglesa que garimpa “o melhor do estilo escandinavo infantil”. Um body roxo e amarelo? O horror, o horror! Um vestidinho com desenhos vermelhos inspirados em tanquinhos de areia. Ah, não, que afronta! E esse macaquinho verde e rosa? É o fim do mundo!
Bem, enquanto minhas libras esterlinas estão meio escassas para comprar essas roupinhas lindas e divertidíssimas, fico com uma opção nacional. O Theo ganhou de aniversário uma bermuda estampada com flores roxas, como a na imagem acima, da Green. Precisa dizer que ele ficou uma delicinha com esse estilo surfista?
Tem outra boa dica de marcas nacionais ou importadas que fogem do azul e rosa bebê? Compartilhe aqui com a gente, nos comentários…
Às vezes eu fico pensando como queria ser sócia da Fisher Price. Sério. Eles têm um brinquedo mais lindo que o outro e todos parecem que serão essenciais para o desenvolvimento do seu filho.Eu, por exemplo, estou super namorando um andador musical, desses modernos, sem aquela coisa redonda em volta.
Mas depois que passa da fase de observar — móbiles, por exemplo — e entra no período de brincar de verdade, você acaba percebendo na prática que um brinquedo caro e perfeito como os da Fisher Price acabam tendo o mesmo valor que… uma tampinha de Nescau.
Juro, o T. adora uma sucata. Caixa de pasta de dente, daquelas prateadas, ele surta. Embalagens barulhentas também estão no seu top 5. Revistas “rasgáveis” servem de diversão por mais de 5 minutos — um recorde! Mas na hora de comprar um brinquedinho, lembro sempre do tanto que ele se diverte com bolinha de sabão. Outro hit lá em casa é esse agarradinho do Louco, o melhor personagem da Turma da Mônica. Meu filhote amou e não me custou nem 7 reais.
Estou em busca de um cadeirão. Bem que podia ser um cadeirão de design… Se eu fosse da high society, estaria numa dúvida mais que cruel. Compraria uma cadeira-para-refeição desenvolvida pelo badalado Philippe Starck em parceria com a Maclaren, num amarelo-ovo perfeito e super confortável? Ou um Bloom vermelho, ops, Rocky Red? Ou ainda um Svan em madeira com estofado em cor menta? Hum, se bem que o Fleurville arrendondado… Voltando à realidade e à escassez de notas de US$ 100 na minha carteira, me sugeriram o Cadeirão Merenda da Peg-Pérego.
Quando estávamos prestes a comprá-lo, surgiu uma viagem para os US and A e, claro, um modelo bem melhor, com ajuste de altura por exemplo, saía pelo mesmo preço. O trampo de trazer o trambolho valia à pena. E agora um cadeirão Gracco de bolinhas coloridas habita nossa sala.
Sem arrependimentos — a bandeja removível é prática e o ajuste de altura, superútil. Mas o melhor é que fechado, ele ficar bem compacto e para de pé sem precisar apoiá-lo (e sujar a parede).
E então, de qual cadeira seu filho faz bagunça com a papinha?