Pra mim, a loja de roupa infantil ideal precisa ter:
E vejam ao fundo quanto brinquedo divertido. O Theo, nem precisava dizer, mega aprovou!
Essa que eu vou fica na Vila Madalena (R. Aspicuelta, 283, f: 3031.0390), bem pertinho de casa. Mas o bacana é que há lojas da Bebê Básico espalhadas por outros bairros de São Paulo e de grandes cidades Brasil afora – aqui tem a lista completa.
Quem quer acrescentar mais itens à essa lista da loja ideal? E sugerir outros achados?
Porque tem dia que você não quer saber de desgostos, sejam os seus ou os do mundo. Tem dia que tudo o que você quer é ficar rodeado de coisas fofas. Quando eu estou nesse tipo de humor, entro na Etsy. Aliás, eu e umas 729 milhões de pessoas no mundo todo.
A newsletter deles é a minha dose diária de coisas fofas. E, em dias como hoje, examino cada cantinho do email, cada sugestão uma-mais-linda-que-a-outra.
Uma loucura (e um perigo pro bolso) sem precedentes, o site te dá acesso direto a produtos feitos à mão ao redor do mundo. Também há artigos vintage. Há infinitos itens bacanas, daqueles que se encaixam perfeitamente na sala da sua casa, no seu armário, na cômoda do seu filho ou na ideia de presente que você estava procurando.
Mas tem dia que isso não importa. Você só quer saber o que são esses robozinhos coloridos mais que fofos. E nem se importa ao descobrir que são sabonetes e que por isso é melhor não comprá-los.
Porque seu filho vai chorar quando as perninhas do robô laranja começarem a derreter após vários banhos. Exatamente como o dia em que o menino-sabão e a menina-sabão que estavam sempre de mãos dadas se separaram depois de várias horas submersos.
Mas e esses gummy bears, hein?
A loja dos sabonetinhos mais fofos do planeta chama-se Story Book Soaps, e tem um slogan cute: Spreading good clean love around the world.
Tudo é feito por uma mãe de três filhos que mora em Denver e está começando a escrever livros infantis – daí o nome da lojinha. E o mais bacana é que todo os sabonetinhos custam entre 3 e 5 dólares. Justo, vai!
Já citei a Etsy em vários posts passados, falando de coisas que eu comprei ou só passei vontade.
Tem mais alguém aí fã da Etsy? Tem mais alguém aí que precisa de dias só com notícias boas e coisas fofas?
Não é bem uma neura. É só uma mania minha, uma meta. Sabe-se lá por que, jurei pra mim mesma que um dia eu ia encontrar a garrafinha de água perfeita. Uma que fosse útil, bonita, fácil de o Theo abrir e, ca-la-ro, que não derramasse uma gota sequer quando estivesse fechada.
Quando fui pra Nova York (dicas e roubadas nesses posts), voltei me achando, exibindo a bela garrafinha da Avent perfeita, que o Theo tinha adorado. Uma sensação que durou, tipo, uma semana. Até o dia que minha abri minha bolsa pra tirar a garrafinha e encontrei tudo molhado.
Deixei quieto a neura o assunto por um tempo. Mas o marido ia viajar pros EUA, perguntou se eu queria algo, estava com o site da Amazon aberto na tela. Pensei em dar mais uma chance pra minha busca pela garrafinha perfeita. Só mais uma.
O tiro teria de ser certeiro. Então corri pro blog da Paula, o NY with Kids, que sugeria as garrafinhas da Foogo. Yay! Sucesso total!
Nenhum defeitinho, nenhum! Está aqui em casa há meses, inteirona, Theo abre e fecha na maior facilidade. Quer gastar 15 dólares e não se arrepender, segue o link direto da Amazon. Brigada, Paula!
Dicas de outros copinhos, squeezes e afins? De repente uma marca nacional pro blog não ser acusado de elitista
De todas as cores do mundo, eles foram escolher bege. B-e-g-e! Sério, o que passa na cabeça desse pessoal que cria cuecas para menininhos recém-saídos das fraldas? Eles têm 2-3 anos. Se não for agora, quando eles vão poder usar cuequinhas coloridas, com listras bem loucas ou com desenhos de monstros, planetas, avião… Quando tiverem 30 anos?!
E o que mais me revolta não são as cuecas infantis beges. É essa ditadura do pacotinho com 3. Duas cores bonitinhas e uma… bege! Eu já falei antes como eu tenho pavor dessas cores bobocas na hora de vestir criança e como há lindas alternativas, no post Roupas em tons não bebê.
Então, seguindo na minha resolução do ano (deste e dos anteriores ) de reclamar menos, uma minilista de cuequinhas fofas:
Dicas, dicas. Quem tem mais dicas? Pela matéria da Crescer, vi que a coisa melhora um pouco em relação às calcinhas… confere, mães de meninas? Quem quiser dizer que é um absurdo uma cuequinha custar 40 reais, fique à vontade, viu? É que eu não tô podendo reclamar
No sábado, minha amiga Diou comentou com o Theo: “Olha, corinthiano que nem sei pai eu não sei se você vai ser. Agora, nerd (que nem seu pai) você já é!” Tudo porque ele estava falando há minutos sobre o que o Super-Homem fazia, cantando a musiquinha do Batman (tã-nã-nã-nã-nã-nã, Batman!), e falando que ele tinha um bonequinho do Obi-Wan e outro do Anakin.
Sobre esses dois últimos nomes, pra quem não entendeu, são personagens do Star Wars, o ápice de todo o movimento nerd. Eu juro que outro dia vi uma lagrimazinha no canto do olho do meu marido quando o Theo reconheceu o Yoda na contracapa de um gibizinho. Orgulho nerd total!
E é claro que os amigos adoram e embarcam na nova onda do menino. Um dos primeiros presentes-nerd foi um livro pop-up de super-heróis que é simplesmente fantástico (vou falar dele mais pra frente). E depois ele ganhou da Re, do 2die4, umas Havaianas estampada com Batman, Super-Homem, Flash e o Lanterna Verde, que o Theo insiste em chamar de Perna Verde. É claro que ele pirou! Tem outros modelos aqui no post da Re.
Com tudo isso, a discussão aqui em casa não poderia ser outra: qual a fantasia pro Carnaval? Anakin eu já descartei porque é muito quente aquela roupa dele. Theo está indeciso entre Batman e Super-Homem…. Eu voto total no Batman.
E vocês? E, by the way, em que o filho de vocês tá “viciado” no momento?
Já vou avisando: esse post deveria ter entrado no ar há semanas. Então, leiam como se estivéssemos lá pro comecinho de novembro, ok?
Foi nessa época que falei daquela feira infantil BabyBum. No penúltimo dia, peguei meu cartãozinho de crédito surrado e fui ver o que tinha de bom por lá. Saí de lá com a impressão de que o nome do evento deveria mudar. Sim, porque “feira” dá a impressão de que rolam vários descontos. E o esquema lá passou bem longe disso.
Então não valeu à pena? Pelo contrário. Eu amei. Foi a oportunidade perfeita para descobrir dezenas de lojas que eu não conhecia, produtos fofos que nem sabia que existiam, serviços super úteis cidade afora. De pechincha mesmo só achei uma (vou postar aqui depois). Mas encontrei um presente lindinho para uma amiguinha do Theo que nasce em janeiro. E os enfeitinhos pra nossa árvore de Natal mais originais ever.
Enquanto eu não escrevo sobre esses achados, veja a opinião de duas mães-blogueiras queridas sobre a BabyBum.
Paloma, Peripécias de Cecília e Fofices de Clarice
“Do que eu vi eu achei tudo muito bonito, mas muito caro. Poucas marcas tinham itens em promoção, mesmo assim muito poucos, separados em uma caixa. Isso porque fui no primeiro dia, que costumava ser o melhor para achar coisas boas a bons preços. Acho que o espírito de bazar se perdeu e agora é um lugar para vender caro as marcas mais moderninhas.”
Mari, do Pequeno Guia Prático para Mães sem Prática
“Olha, eu gostei da Baby Bum. Vi muita coisa linda por lá – algumas marcas já conhecia, outras não. Não achei nada especialmente barato, mas mesmo assim achei legal, deu pra adiantar uns presentinhos de natal e acho que tb valeu como passeio – pra quem adora uma lojinha como eu, aquilo é o paraíso. Estava tudo funcionando direitinho – tinha elevador, vários caixas pra evitar filas, cantinho pra amamentar e um espacinho (meio mixuruca, mas ok) para as crianças brincarem. Enfim, achei bacana e ano que vem tô lá de novo!”
Thanks, meninas!
E outras opiniões, claro, são mais que bem vindas aqui nos comentários…
ps: a imagem acima veio do próprio site da feira BabyBum
Semana passada falei de algumas minirroubadas que nós nos metemos durante a viagem para os EUA com o Theo. Mas é claro que tudo isso vira passado rapidinho (ou, no máximo, rende posts no blog). O que fica mesmo são as boas lembranças e, CLARO, as boas compras.
E a melhor aquisição da viagem foi a lancheirinha de pinguim da Skip Hop. Me diz, tem coisa mais fofa? O Theo simplesmente não desgruda dela – nem no dia que não precisava levar lanche na escola! E o melhor de tudo é que custou apenas US$ 13. Sério, eu revirei as lojas aqui atrás de uma lancheira… só encontrei coisas caras e sem sal.
Compramos a nossa na BabiesR’Us, onde também estava à venda mochilas no mesmo estilo. A de macaco era linda de morrer. Mas, sabe-se lá por que, na hora achei que não era uma boa ideia comprar. Me arrependi, claro. Mas já dei um jeito de emcomendá-la e ela já está a caminho. Ah, e pra quem acha que já viu essa marca antes, viu mesmo. A nossa bolsa do bebê também é da Skip Hop
Me conta… Qual a melhor aquisição que você fez pro filhote nos últimos tempos?
Dizem por aí que é beeeem mais fácil encontrar roupas fofas de menina do que de menino. Hum, acho que não, viu? O Theo, por exemplo, tem várias camisetinhas lindas, descoladas, coloridonas… enfim, daquelas que todo mundo que vê fala “ooohn!”
Pra ficar justo, vou dar dois exemplos de sites – um daqui e outro gringo – que já comprei e super funcionam. O legal é que, nos dois casos, os leitores sugerem as estampas, que passam por votação do público. As mais votadas são produzidas e colocadas à venda no site.
O Threadless é daqueles lugares que você enlouquece pra escolher um modelo. Esse da imagem que abre o post é lindodemorrer, não? O melhor é que eles têm promoções pra valer — nada daqueles 10% mixuruca. Lá no armário do meu filhote também tem essas duas (clique nas imagens pra ir direto):
E o melhor é que elas tem um preço amigo. A da esquerda sai por 18 dólares e a do esquimó está em promoção, 9 doletas! O frete para o Brasil sai por 10 dólares – passível de imposto se você for azarado.
Já os modelos infantis da brasileira Camiseteria saem por 49 reais e o frete (no caso pra São Paulo), por 5,50 reais.
Quem tiver outras sugestões de lojas online pra molecadinha….
Cores em tons bebê nunca me agradaram. Depois que tive filho então, elas me causam ainda mais aversão. Roupinha pra recém-nascido? Tem body azulzinho pra menino e rosinha pra menina. Na melhor das hipóteses, tem um verde-sabonete ou amarelo-calcinha.
Quando a criança passa dos três meses, a situação melhora um pouco. Temos uma estampa aqui, outra ali. Quem sabe um azul royal e um verde sem ser bebê. Mas, calma, nada muito vibrante, nada de cores escandalosas, nada de botar camiseta vermelha-cheguei no baby. Agora me diz: por que não? Por que a regra no Brasil é quase sempre vestir a criança em tons bobocas? Quer coisa mais alegre do que meninos e meninas saltitantes!
Bom, o que vi é que vestir os pequenos com cores bebês não é regra em outros lugares. Nos países escandinavos, por exemplo, a criançada está sempre com roupas vibrantes, descontraídas e bem-humoradas — talvez por causa do frio. Mas dá uma olhada na NordicKids, uma loja online inglesa que garimpa “o melhor do estilo escandinavo infantil”. Um body roxo e amarelo? O horror, o horror! Um vestidinho com desenhos vermelhos inspirados em tanquinhos de areia. Ah, não, que afronta! E esse macaquinho verde e rosa? É o fim do mundo!
Bem, enquanto minhas libras esterlinas estão meio escassas para comprar essas roupinhas lindas e divertidíssimas, fico com uma opção nacional. O Theo ganhou de aniversário uma bermuda estampada com flores roxas, como a na imagem acima, da Green. Precisa dizer que ele ficou uma delicinha com esse estilo surfista?
Tem outra boa dica de marcas nacionais ou importadas que fogem do azul e rosa bebê? Compartilhe aqui com a gente, nos comentários…
Às vezes eu fico pensando como queria ser sócia da Fisher Price. Sério. Eles têm um brinquedo mais lindo que o outro e todos parecem que serão essenciais para o desenvolvimento do seu filho.Eu, por exemplo, estou super namorando um andador musical, desses modernos, sem aquela coisa redonda em volta.
Mas depois que passa da fase de observar — móbiles, por exemplo — e entra no período de brincar de verdade, você acaba percebendo na prática que um brinquedo caro e perfeito como os da Fisher Price acabam tendo o mesmo valor que… uma tampinha de Nescau.
Juro, o T. adora uma sucata. Caixa de pasta de dente, daquelas prateadas, ele surta. Embalagens barulhentas também estão no seu top 5. Revistas “rasgáveis” servem de diversão por mais de 5 minutos — um recorde! Mas na hora de comprar um brinquedinho, lembro sempre do tanto que ele se diverte com bolinha de sabão. Outro hit lá em casa é esse agarradinho do Louco, o melhor personagem da Turma da Mônica. Meu filhote amou e não me custou nem 7 reais.