
Cores em tons bebê nunca me agradaram. Depois que tive filho então, elas me causam ainda mais aversão. Roupinha pra recém-nascido? Tem body azulzinho pra menino e rosinha pra menina. Na melhor das hipóteses, tem um verde-sabonete ou amarelo-calcinha.
Quando a criança passa dos três meses, a situação melhora um pouco. Temos uma estampa aqui, outra ali. Quem sabe um azul royal e um verde sem ser bebê. Mas, calma, nada muito vibrante, nada de cores escandalosas, nada de botar camiseta vermelha-cheguei no baby. Agora me diz: por que não? Por que a regra no Brasil é quase sempre vestir a criança em tons bobocas? Quer coisa mais alegre do que meninos e meninas saltitantes!
Bom, o que vi é que vestir os pequenos com cores bebês não é regra em outros lugares. Nos países escandinavos, por exemplo, a criançada está sempre com roupas vibrantes, descontraídas e bem-humoradas — talvez por causa do frio. Mas dá uma olhada na NordicKids, uma loja online inglesa que garimpa “o melhor do estilo escandinavo infantil”. Um body roxo e amarelo? O horror, o horror! Um vestidinho com desenhos vermelhos inspirados em tanquinhos de areia. Ah, não, que afronta! E esse macaquinho verde e rosa? É o fim do mundo!
Bem, enquanto minhas libras esterlinas estão meio escassas para comprar essas roupinhas lindas e divertidíssimas, fico com uma opção nacional. O Theo ganhou de aniversário uma bermuda estampada com flores roxas, como a na imagem acima, da Green. Precisa dizer que ele ficou uma delicinha com esse estilo surfista?
Tem outra boa dica de marcas nacionais ou importadas que fogem do azul e rosa bebê? Compartilhe aqui com a gente, nos comentários…