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Dança das cadeiras
Apr 25th, 2010 by Mariana

Até hoje me lembro quando entrei, grávida, numa loja de bebê para comprar um carrinho e uma cadeirinha. Me senti um ET. Aquele mundo não era o meu. As vendedoras pareciam falar sânscrito. As explicações ao lado de cada modelo pareciam estar escritas em árabe. Mas aos poucos, depois de várias visitas a lojas e sites, comecei a desvendar esse mundo.

E pego carona na nova lei, que torna obrigatório o uso da cadeirinha no Brasil a partir de junho, pra falar da minha experiência nessa loucura de cadeiras, bebê-conforto, boosters, cintos, adaptadores para carrinhos, marcas mil… Antes de mais nada, acho que o primeiro passo é ver qual o tipo de cadeirinha que o seu filho precisa. Achei um guia bem completinho no site da ONG Criança Segura.

E essa é a parte fácil. O drama é achar uma marca com bom custo benefício. No meu caso, decidi logo de cara que não ia comprar aquelas cadeirinhas adaptáveis, dessas que você usa desde de que ele é recém-nascido até depois de um ano. Li que esse modelo não deixava os pequenininhos muito confortáveis e logo desisti.

Nossa primeira aquisição foi um modelo da Peg-Pérego chamado Primo Viaggio (comprei na Alô Bebê): super recomendo, se adaptava bem como bebê-conforto no carrinho. Era prático, fácil de fechar, mas era bem quente. O Theo vivia suado.

Ele cresceu e compramos essa da Burigotto em parceria com a Peg-Pérego. Só um porém: o cinto enrola todo e dá um trabalhão pra desenrolar. Parece uma coisa boba, mas quando você está atrasada, com a mochilinha nas costas, sua bolsa num ombro, a blusa do filho no outro…

E no carro da minha sogra temos essa da Infanti, que acho que vale mais a pena porque além de não ter o problema do cintinho, ela é mais arejada que a nossa da Burigotto.

E então, de qual cadeirinha seu filho vê o mundo janela afora? Você recomenda, tem suas ressalvas? Conte tudo, não esconda nada :)

Navegando entre fraldas
Sep 29th, 2009 by Mariana

centerPra mim, toda mulher grávida e toda mãe (e pai) de primeira viagem têm o direito de perguntar tudo o que lhe vem à mente. Mas os médicos não são tão pacientes assim. As mães (e futuras avós) não tem a memória tão boa assim. A amiga que teve filho há pouco, obviamente, não tem tanto tempo livre assim.

No meu caso, esse problema de escassez de fonte caiu por terra assim que eu encontrei o babycenter, um site fantástico que tem a respostas para todas as suas dúvidas. Todas. Comecei a acessá-lo logo no início da gravidez e de cara me apaixonei pelo calendário que mostrava, semana a semana, o desenvolvimento do bebê com uma ilustração didática, mas não assustadoramente didática.Os vídeos também eram ótimos.

Mas o mais incrível são as newsletters, que, por serem enviadas de acordo com a semana da gravidez ou a idade do bebê, tratam exatamente de coisas que estão acontecendo naqueles dias. Chega a parecer que alguém leu sua mente. Minhas seções preferidas atualmente são a que pediatras-mães falam de um tema específico (de papinhas com legumes orgânicos a cadeirinhas de pôr no carro) e a que sugere brincadeiras apropriadas para a idade do seu filho.

E lá pro fim da minha gravidez, uma boa surpresa: o site tinha acabado de estrear no Brasil, numa versão que mesmo não sendo completa como à gringa é uma bíblia para grávidas e mães que, assim como eu, PRECISAM saber o porquê de tudo.

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