SIDEBAR
»
S
I
D
E
B
A
R
«
Vivendo numa bolha (de sabão)
Jun 21st, 2011 by Mariana

Só pra dar uma mudada, esse post começa pelo fim da história. Bem no momento em que eu e o Theo entramos em uma engenhoca e, com um puxar de corda,  estamos dentro de uma mega bolha de sabão. Dá pra imaginar a alegria de uma criança que adora bolhinha de sabão desde bebê, de repente, se ver no meio de uma? Ele pirou.

Tentei tirar uma foto porque já sabia que seria difícil explicar. Mas não rolou porque eu tinha de, ao mesmo tempo, ”fazer” a bolha e segurar a mão do Theo, visto que o menino entrou em uma fase que não para quieto jamais. Aliás, pra ele, andar perdeu a graça – agora ou ele corre ou pula para se mover de um ponto a outro.

Theo tentando entender como a moça de repente ficava dentro de uma bolha

Mas, voltando… A foto ao lado ajuda a entender: você sobe ajuda a entender: você sobe numa miniplataforma em cima de uma piscininha com sabão e puxa um aro ao redor do corpo. Como ele está todo ensaboado, ao puxar sem titubear, uma bolha se forma ao seu redor.

E esse é um dos últimos experimentos do Catavento, uma espécie de museu da ciência que fica no centro de São Paulo que recomendo sem piscar nenhum olho.

Antes de começar a descrever o lugar, preciso dizer que ele não é indicado pra crianças menores de 4 anos. Mas o Theo não tem 2 e meio? Tem! Fomos de birra :) Porque se as crianças menores não vão entender o porquê dos experimentos – como é o propósito do museu -, elas vão se divertir mesmo assim, do jeitinho delas. Então, fica avisado que esse post traz minhas impressões sob esse prisma, ok?

São quatro seções:  universo, vida, sociedade e engenho. Na primeira, passamos rapidamente e, como o ambiente era escuro, o Theo gostou de ver estrelas e planetas iluminados. Em seguida, visitamos a área da Vida e ele curtiu os animais, insetos, uma série de conchinhas… mas adorou mesmo o aquário (primeira foto acima). Cadê o Nemo? era, obviamente, a pergunta feita por ele e por todas as outras crianças que passavam por ali. E tinham uns 3 Nemos.

Pulamos a Sociedade, e fomos direto pro Engenho. Theo se encantou primeiro com as bolinhas coloridas rodando, ou melhor, a inércia. Depois, se divertiu com o menino que repetia tudo o que ele dizia, quer dizer, com o eco. Em seguida, ficou doido com um balão que subia lááá no teto (calor), com as pessoas de cabelo em pé (eletromagnetismo), com as luzes coloridas e espelhos malucos (luz e óptica). E, por último, uma overdose de bolha de sabão (fluídos), com varetas de diferentes formatos para mergulhar sabão e, claro, a engenhoca de entrar dentro da bolha.

Fora as coisas malucas e diferentes, os piticos também piram com tanto espaço pra correr. Só cuidado pra não perder de vista o filhote, enquanto tira foto do fantástico Palácio das Indústrias, prédio histórico que abriga o Catavento.

Serviço rápido? Abre de 3a. a domingo, 9h às 17h, sendo que a última entrada é às 16h -> por mim, deveria ficar aberto até um pouco mais tarde…   A lanchonete é fraca. Levar uns quitutes pro um mini-piquenique pode ser mais jogo.

Ah, e o Catavento fica no Parque D. Pedro, próximo ao Mercado Municipal. Me perdi pra chegar lá, confesso. Mas não vai desanimar por causa disso, hein? Tem mapinhas aqui no site. E o melhor: só 6 reais pra adulto, 3 pra até 12 anos e grátis pros menores.

Quem quiser contar de um museu, centro cultural ou afins que visitou com o filhote, não fique tímido(a). Recomende, critique, faça um alerta…. ;)

E o SORTEIO aqui do blog continua, hein.

Posts relacionados

O museu mais legal do mundo
Oct 1st, 2010 by Mariana

Ah, finalmente! Fazia tempo que eu estava querendo invadir o blog da minha mãe e falar umas verdades. E eu decidi fazer isso agora porque ela tá demorando horrores pra falar do lugar que eu achei um dos mais legais mundo. É, chamam de museu. Mas não parece, viu? É um prédio graaaaande lá em Nova York. Dentro dele tem milhares de coisas pra gente brincar. Eu vou falar como foi o passeio, mas quem quiser pode ir direto pro site do Children’s Museum of Manhattan.

A primeira parte chamava City Splash – me  esbaldei! Adorei essa parede de vidro que  escorria  água, dava pra me molhar e fazer careta ao  mesmo tempo. Depois, fiquei pintando com água  nos quadrinhos. Minha mãe não acreditou que eu  estava me divertindo tanto com uma coisa tão  simples.Daí, desci uma escada e fiquei colocando brinquedinhos molhados (de EVA, segundo me disseram) pra nadar numa piscininha e também pra grudar em outra parede de vidro.

E quem disse que eu cansei? Que nada! Peguei o elevador e desci num lugar chamado Playworks, onde tinham um monte de nenê (tão aqui me pedindo pra avisar que eu chamo todas as criancinhas de nenê, até as de 3 anos e tal). Voltando… Não sabia por onde começar! Então eu me agachei, entrei num túnel e depois fui num escorregador bem louco.

Corri mais um pouco e cheguei num carro de bombeiro! Dá pra acreditar? Coloquei chapéu, buzinei, fiz a festa.

Mas ainda sobrou disposição pra comer…. de mentirinha, né? Amei a melancia! Depois, fui brincar com esses pinos coloridos na foto aí de cima. Era só escolher uma cor e encaixar nos furinhos – e eles acendiam! Pirei ;) No final, foi a vez dos americanos pirarem comigo, quando cheguei perto de uns tambores e mostrei todo o meu ritmo e gingado. Uff!

Ah, minha mãe falou pra eu agradecer a tia Fernanda e a tia Paula, que moram lá em NY, pela dica do museu.

E pra vocês, qual o lugar mais legal do mundo?

Posts relacionados

Mini-duelo
Sep 21st, 2009 by Mariana

boca2

Lá no ‘Que lugar é esse?’, eu digo que a idéia é trocar idéias com quem acha que filho não é sinônimo de ficar enfurnado em casa. Prova disso é que quando eu estava de licença (hum, saudade!), fiz algumas ‘aventuras culturais’ com o T. cidade afora. Hoje vou falar de duas delas, comparando apenas o acesso de mãe-com-carrinho-de-bebê a dois centros culturais paulistanos .

Cheguei no Tomie Ohtake e estacionei no subsolo porque estava chovendo. Depois de descarregar o carrinho e o bebê, o manobrista me informou que eu teria de subir a rampa (bem íngreme), tomar chuva e daí sim entrar no local. Porque o elevador era só pra condôminos. Foi preciso uma rodadinha de baiana pra nos deixarem subir de elevador. (off topic: a exposição era chata, mas o T. adorou porque tinha um monte de quadrados coloridos). Na volta, foi o mesmo suplício pra descer.

Já no Museu da Língua Portuguesa, a experiência foi bem diferente. Nem vamos considerar o museu  é sensacional. Indo ao ponto sem delongas: logo na entrada, ao lada do bilheteria, demos de cara com aquele elevadorzinho para deficientes que podíamos usar. Mas nem foi preciso porque um funcionário logo veio carregar o carrinho, para agilizar o processo. Entre um andar e outro, elevador, sem erro.

Nem preciso dizer quem ganhou…. O acesso a qualquer museu, bar, restaurante, loja é muito mais que um detalhe quando se está pilotando um carrinho de bebê. É um detalhe que pode desanimar qualquer um a sair de casa, princialmente aqueles que dormiram mal à noite e que sentem uma preguicinha só de pensar no trampo que dá sair de casa com um meninho(a) cuja babagem é maior que ele(a).  E você, tem algum lugar pra indicar ou pra dizer ‘fuja’?

Posts relacionados

»  Substance:WordPress   »  Style:Ahren Ahimsa
© 2010 Mãe da Rua - Todos os Direitos Reservados
Bulk Email Sender
  • RSS
  • Twitter
  • Tumblr
  • Facebook