
Só pra dar uma mudada, esse post começa pelo fim da história. Bem no momento em que eu e o Theo entramos em uma engenhoca e, com um puxar de corda, estamos dentro de uma mega bolha de sabão. Dá pra imaginar a alegria de uma criança que adora bolhinha de sabão desde bebê, de repente, se ver no meio de uma? Ele pirou.
Tentei tirar uma foto porque já sabia que seria difícil explicar. Mas não rolou porque eu tinha de, ao mesmo tempo, ”fazer” a bolha e segurar a mão do Theo, visto que o menino entrou em uma fase que não para quieto jamais. Aliás, pra ele, andar perdeu a graça – agora ou ele corre ou pula para se mover de um ponto a outro.

Theo tentando entender como a moça de repente ficava dentro de uma bolha
Mas, voltando… A foto ao lado ajuda a entender: você sobe ajuda a entender: você sobe numa miniplataforma em cima de uma piscininha com sabão e puxa um aro ao redor do corpo. Como ele está todo ensaboado, ao puxar sem titubear, uma bolha se forma ao seu redor.
E esse é um dos últimos experimentos do Catavento, uma espécie de museu da ciência que fica no centro de São Paulo que recomendo sem piscar nenhum olho.
Antes de começar a descrever o lugar, preciso dizer que ele não é indicado pra crianças menores de 4 anos. Mas o Theo não tem 2 e meio? Tem! Fomos de birra
Porque se as crianças menores não vão entender o porquê dos experimentos – como é o propósito do museu -, elas vão se divertir mesmo assim, do jeitinho delas. Então, fica avisado que esse post traz minhas impressões sob esse prisma, ok?
São quatro seções: universo, vida, sociedade e engenho. Na primeira, passamos rapidamente e, como o ambiente era escuro, o Theo gostou de ver estrelas e planetas iluminados. Em seguida, visitamos a área da Vida e ele curtiu os animais, insetos, uma série de conchinhas… mas adorou mesmo o aquário (primeira foto acima). Cadê o Nemo? era, obviamente, a pergunta feita por ele e por todas as outras crianças que passavam por ali. E tinham uns 3 Nemos.
Pulamos a Sociedade, e fomos direto pro Engenho. Theo se encantou primeiro com as bolinhas coloridas rodando, ou melhor, a inércia. Depois, se divertiu com o menino que repetia tudo o que ele dizia, quer dizer, com o eco. Em seguida, ficou doido com um balão que subia lááá no teto (calor), com as pessoas de cabelo em pé (eletromagnetismo), com as luzes coloridas e espelhos malucos (luz e óptica). E, por último, uma overdose de bolha de sabão (fluídos), com varetas de diferentes formatos para mergulhar sabão e, claro, a engenhoca de entrar dentro da bolha.
Fora as coisas malucas e diferentes, os piticos também piram com tanto espaço pra correr. Só cuidado pra não perder de vista o filhote, enquanto tira foto do fantástico Palácio das Indústrias, prédio histórico que abriga o Catavento.
Serviço rápido? Abre de 3a. a domingo, 9h às 17h, sendo que a última entrada é às 16h -> por mim, deveria ficar aberto até um pouco mais tarde… A lanchonete é fraca. Levar uns quitutes pro um mini-piquenique pode ser mais jogo.
Ah, e o Catavento fica no Parque D. Pedro, próximo ao Mercado Municipal. Me perdi pra chegar lá, confesso. Mas não vai desanimar por causa disso, hein? Tem mapinhas aqui no site. E o melhor: só 6 reais pra adulto, 3 pra até 12 anos e grátis pros menores.
Quem quiser contar de um museu, centro cultural ou afins que visitou com o filhote, não fique tímido(a). Recomende, critique, faça um alerta….
E o SORTEIO aqui do blog continua, hein.
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