
Lá no ‘Que lugar é esse?’, eu digo que a idéia é trocar idéias com quem acha que filho não é sinônimo de ficar enfurnado em casa. Prova disso é que quando eu estava de licença (hum, saudade!), fiz algumas ‘aventuras culturais’ com o T. cidade afora. Hoje vou falar de duas delas, comparando apenas o acesso de mãe-com-carrinho-de-bebê a dois centros culturais paulistanos .
Cheguei no Tomie Ohtake e estacionei no subsolo porque estava chovendo. Depois de descarregar o carrinho e o bebê, o manobrista me informou que eu teria de subir a rampa (bem íngreme), tomar chuva e daí sim entrar no local. Porque o elevador era só pra condôminos. Foi preciso uma rodadinha de baiana pra nos deixarem subir de elevador. (off topic: a exposição era chata, mas o T. adorou porque tinha um monte de quadrados coloridos). Na volta, foi o mesmo suplício pra descer.
Já no Museu da Língua Portuguesa, a experiência foi bem diferente. Nem vamos considerar o museu é sensacional. Indo ao ponto sem delongas: logo na entrada, ao lada do bilheteria, demos de cara com aquele elevadorzinho para deficientes que podíamos usar. Mas nem foi preciso porque um funcionário logo veio carregar o carrinho, para agilizar o processo. Entre um andar e outro, elevador, sem erro.
Nem preciso dizer quem ganhou…. O acesso a qualquer museu, bar, restaurante, loja é muito mais que um detalhe quando se está pilotando um carrinho de bebê. É um detalhe que pode desanimar qualquer um a sair de casa, princialmente aqueles que dormiram mal à noite e que sentem uma preguicinha só de pensar no trampo que dá sair de casa com um meninho(a) cuja babagem é maior que ele(a). E você, tem algum lugar pra indicar ou pra dizer ‘fuja’?